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Posts Tagged ‘Governo Aécio Neves’

Novo PSDB: ‘Temos história, temos capacidade de formulação e gestão, temos quadros técnicos e políticos’, comentou Marcus Pestana em artigo

Gestão do PSDB, Gestão Eficiente

Fonte: Artigo – deputado federal (PSBD-MG) – Marcus Pestana

As perspectivas do PSDB em Minas e no Brasil

Partido lançará candidato em centenas de cidades

Permanente é a cobrança sobre o papel e as ações do PSDB. Não é para menos. Em toda democracia consolidada, tão importante quanto acompanhar o dia a dia do governo e sua base política é estar de olho nos movimentos da oposição. Uma oposição firme, qualificada, norteada pelo interesse público e nacional é boa para o país, para a democracia e para o próprio governo.

Desde o afastamento de Collor, o desencadeamento do Plano Real e as eleições presidenciais de 1994, o sistema político brasileiro gravita em torno de dois eixos organizadores, duas colunas vertebrais: o PT e o PSDB. Não necessariamente será sempre assim. Existem outros atores, como Eduardo Campos e Gilberto Kassab, se movimentando. O PMDB tem também uma grande estrutura nacional, embora muito heterogênea e sem lideranças de expressão. Mas tudo indica que no médio prazo (estamos falando de 2014) o jogo continuará tendo sua órbita definida pelos projetos liderados pelo PT e pelo PSDB.

O PSDB tem um papel central graças ao seu protagonismo nas profundas transformações promovidas no país pelo governo FHC, pela forte presença nos governos estaduais em Estados estratégicos e pelas expressivas lideranças nacionais que formam seus quadros.

Em 2012, no plano nacional, teremos quatro tarefas essenciais: 1) organizar o partido para colher um expressivo resultado nas eleições municipais; 2) aprofundar o debate sobre o realinhamento programático visando consolidar um projeto para o futuro do Brasil; 3) avançar o processo de modernização da estrutura e da dinâmica do partido (mobilização, comunicação, recadastramento etc.); e 4) fortalecer o partido em Estados onde a estrutura é incipiente ou frágil. A Executiva Nacional, liderada pelo deputado Sérgio Guerra, está atenta a esses desafios.

A sucessão presidencial receberá atenção especial a partir de 2013 e aí deveremos afunilar a escolha do nome que nos representará. Temos história, temos capacidade de formulação e gestão, temos quadros técnicos e políticos. A visão hegemônica hoje converge para um projeto liderado por Aécio Neves, que é a maior expressão da nova geração de políticos brasileiros. Mas isso será discutido no momento certo. Temos outros nomes preparados e experientes.

Aqui em Minas, teremos um ano marcado pelas eleições municipais, em que o PSDB lançará candidato em centenas de cidades. Daremos ênfase em nossas candidaturas em grandes e importantes cidades como Uberlândia, Contagem, Juiz de Fora, Betim e Ribeirão das Neves. Em Belo Horizonte, teremos papel decisivo.

Também será dada grande prioridade à consolidação e deslanche das ações do governo Anastasia, este notável gestor público, que, apesar das limitações de natureza fiscal, introduzirá inovações que aprofundarão as conquistas do governo Aécio Neves.

E assim, como no plano nacional, em 2013 começaremos a preparar o partido para os embates futuros. Nomes, experiência, história, ideias e compromisso com Minas não nos faltam.

Renata Vilhena diz que Choque de Gestão, criado por Aécio Neves, estabeleceu ambiente favorável para atrair empresas e investir em infraestrutura

Gestão em Minas, Choque de Gestão, planejamento, Gestão Pública, Gestão para a Cidadania

Fonte: PSDB Jovem- MG

Secretária Renata Vilhena destaca planejamento nas ações do Governo de Minas Gerais

 O PSDB Jovem recebeu, na noite desta terça-feira (29/11), a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, para abrir o projeto Diálogo 45, que tem como objetivo de promover a discussão de temas da atualidade entre os jovens tucanos e personalidades que se destacam nas suas atividades.

Responsável, ao lado de Antonio Anastasia, pela implantação em Minas Gerais do Choque de Gestão, inovador conjunto de medidas administrativas que promoveram a recuperação das finanças do Estado e a retomada do crescimento econômico e social, Renata Vilhena ressaltou que a forte atração de empresas para o Estado, hoje, é resultado do planejamento em curto e médio prazos adotado pelo Governo do PSDB em Minas desde 2003.

Segundo Renata Vilhena, os resultados do Choque de Gestão garantiram a criação de um ambiente favorável para a instalação de novas empresas no Estado com investimentos em infraestrutura, segurança, tecnologia e capacitação de mão de obra. O volume de investimentos já anunciado, para ser executado até 2012, totaliza cerca de R$ 270 bilhões, com a geração de mais de 470 mil empregos diretos.

“Esperamos novas empresas venham para Minas Gerais. Temos novos projetos previstos e vai ser uma grande revolução para o Estado. Criamos um ambiente favorável para as empresas e esperamos criar mais empregos, que é a obsessão hoje deste governo”, afirmou a secretária.

Renata Vilhena apresentou também os novos desafios do Governo de Minas ao implementar a terceira geração do Choque de Gestão, a Gestão para a Cidadania, modelo que prevê a ampliação dos investimentos sociais com maior participação da população na definição de prioridades. Segundo ela, o importante é buscar um equilíbrio entre as demandas das diferentes regiões de Minas e as limitações financeiras do governo.

A secretária respondeu às perguntas dos jovens e debateu temas da atualidade como a paralisação parcial dos professores, o novo sistema de remuneração adotado pelo Estado para os servidores da educação, a dívida dos estados, e a importância das mídias sociais para estabelecer melhor a comunicação com a sociedade.

Servidora pública desde 1985, Renata Vilhena iniciou carreira como técnica da Secretaria de Estado do Trabalho e Ação Social. Posteriormente, transferiu-se para a Secretaria de Estado da Casa Civil e, em seguida, para a Secretaria de Estado de Planejamento e Coordenação Geral.

Integrou a equipe do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, como secretária-adjunta de Logística e Tecnologia da Informação, no governo Fernando Henrique Cardoso. Foi secretária-adjunta de Planejamento e Gestão no governo Aécio Neves e, atualmente, ocupa também a presidência da Câmara de Coordenação Geral, Planejamento, Gestão e Finanças.

Renata Vilhena critica índice que corrige dívida pública de Minas e revela que metodologia empregada reduz investimentos em educação e infraestrutura

Choque de Gestão, dívida pública, administração pública, gestão em Minas

Fonte: Artigo de Renata Vilhena – Secretária de Estado de Planejamento de Minas Gerais – Estado de Minas

A Minas o que é dos mineiros

Diz o ditado popular que onde há fumaça, há fogo. Temos visto, nos últimos meses, diversas manifestações de governadores, senadores e deputados a respeito das condições de pagamento da dívida pública dos estados com o governo federal. E, ao contrário do que se poderia supor, não são apenas membros de partidos de oposição que têm abordado a questão. O movimento, hoje, é suprapartidário, generalizado, mostrando que o fogo existe e deve ser combatido.

Mas qual é, exatamente, o problema, e como ele impacta os cidadãos? Vamos tomar o cenário de Minas como exemplo. Em 1998, houve um processo de renegociação da dívida dos estados com a União, e Minas ficou com saldo devedor de R$ 16,7 bilhões. Se considerarmos a inflação entre 1998 e 2010, esse valor corresponde, atualmente, a cerca de R$ 20,5 bilhões. No mesmo período, Minas pagou R$ 18,1 bilhões ao governo federal para quitar sua dívida.

Seria razoável supor, então, que nossa dívida atual deveria girar em torno de R$ 2,4 bilhões. Porém, ela está em impressionantes R$ 55,7 bilhões! Isso acontece porque, em vez de ser corrigida pelo IPCA, que todos – cidadãos e estado – utilizamos como referência em nosso dia a dia, a dívida com o governo federal é corrigida pelo IGP-DI, com juros adicionais de 7,05% ao ano. Em resumo, é impagável.

Apesar de impagável, Minas segue cumprindo suas obrigações com a União, como tem feito desde que, com a implantação do Choque de Gestão, no governo Aécio Neves, as contas do estado foram organizadas e passaram a ser pagas em dia. Em relação à dívida, R$ 18,1 bilhões já foram repassados e mais R$ 4,1 bilhões estão previstos para 2012.

Os números, por si só, assustam, mas existe um outro elemento ainda mais importante: ao destinarmos montante tão significativo do orçamento estadual para pagamento da dívida, nossa capacidade de investimento fica extremamente prejudicada. Em outras palavras, em vez de direcionarmos os recursos do estado para os mineiros, direcionamos para o governo federal, sem sabermos se e como os recursos serão aplicados.

E, de fato, muito pode ser feito com eles. Com “apenas” R$ 1 bilhão, dos R$ 4 bilhões que pagaremos à União ano que vem, conseguiríamos pavimentar 1 mil km de estradas, construir 37 mil casas populares e 250 escolas estaduais. Imaginem se pudéssemos contar com o valor total!

Na verdade, é exatamente isso que queremos e pleiteamos. Além da mudança do índice de correção da dívida, necessária para que o custo financeiro deixe de ser superior ao limite máximo de comprometimento da receita, como é atualmente, propomos que o valor anual a ser quitado seja convertido em investimento no próprio estado, em educação, saúde, segurança e infraestrutura.

O modelo proposto seria análogo à contrapartida social que implementamos este ano em Minas, para a transferência voluntária de recursos do estado aos municípios. A partir do Plano de Mobilidade Social elaborado pelas prefeituras e pactuado com o governo, conseguimos definir metas sociais vinculadas aos recursos transferidos, estimulando a melhoria de indicadores que têm impacto direto sobre os cidadãos.

Por que não adotar o mesmo modelo para a dívida pública? Se assim for, conseguiremos matar dois coelhos com uma cajadada só: traremos mais transparência à aplicação dos recursos e faremos com que o orçamento gerado com o que arrecadamos em Minas fique no próprio estado, na forma de novos hospitais, escolas reformadas, programas contra a miséria. Afinal, a Minas o que é dos mineiros!

Referência: Choque de Gestão – iniciado no Governo Aécio Neves, em Minas – chega aos órgão públicos com foco na boa governança pública

Choque de Gestão, gestão eficiente, eficiência na administração pública, governança pública

O Choque de Gestão iniciado no Governo Aécio Neves inspira outras iniciativas governamentais que tem como meta a busca da eficiência na administração pública. O Governo Federal já dá indícios de aderir ao sistema de boa governança pública, iniciado pelo Governo de Minas, e começa a aderir às novas práticas gerenciais.

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, recorreu ao empresário Jorge Gerdau Johannpeter – o mesmo que ajudou a implementar o  modelo de gestão em Minas – para colocar em prática um sistema baseado na política de metas que ampliou a capacidade de investimentos em R$ 2,1 bilhões, quase quatro vezes mais em relação aos valores de 2006.

Hoje São Paulo e Minas Gerais, governos do PSDB, estão à frente e apostam no investimento em tecnologia para garantir maior eficiência na administração pública e no controle dos gastos. Todas as ações visam garantir mais transparência na gestão pública. Reportagem do Brasil Econômico mostra como essas novas práticas gerenciais começam a chegar na administração pública

Fonte: Simone Cavalcanti, Ana Paula Ribeiro e Rafael Abrantes – Brasil Econômico

Órgãos públicos avançam nos processos de governança

GESTÃO E INOVAÇÃO PÚBLICA

BNDES e BB mudam processos de análise para conquistar clientes; Embrapa se destaca mundialmente em tecnologia

Mais do que apenas avaliar o passado das empresas para conceder o crédito, como convencionalmente é feito pelos bancos privados, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está analisando os ativos intangíveis de seus futuros devedores. Há cerca de um ano e meio entrou em funcionamento a Metodologia de Avaliação de Empresas (MAE), projeto pelo qual o banco de fomento segue verificando todos os aspectos financeiros, mas volta o olhar também para as estratégias das companhias em relação ao capital humano, à governança, às ações socioambientais, aos processos e à inovação.

“Não queremos apenas emprestar dinheiro, queremos que a empresa melhore em diversos aspectos e se torne mais competitiva”, afirmou Helena Tenório, chefe do departamento de planejamento da instituição, ressaltando que o projeto que dá especial atenção a esses ativos é uma inovação até em âmbito internacional já tendo sido tema de discussão no Novo Clube de Paris.

As análises de crédito são feitas de forma colegiada envolvendo pessoas de várias áreas do banco. “A intenção é que essa metodologia de gestão do conhecimento e das competências das empresas seja incorporada à cultura da instituição, dando ainda mais sentido ao nosso objetivo de fomento.”

Atuando em uma área com forte presença de instituições privadas, o Banco do Brasil também alterou a forma de relacionamento com o cliente para garantir ganhos na participação de mercado. Pouco após o início da gestão de Aldemir Bendine, em abril de 2009, foi implementado o projeto BB 2.0, que consiste, em linhas gerais, na melhora da alocação de funcionários na rede de atendimento, reduzindo o número de correntistas atendido por cada gerente.

Também como um dos pilares no BB 2.0 está uma nova abordagem em relação ao cliente com base em um sistema de CRM (Customer Relationship Management). O objetivo é capturar as melhores oportunidades de negócio. Na oferta de crédito, é levado em conta o bom histórico de relacionamento, o que possibilita taxa de juros mais baixas e limites maiores de crédito pré-aprovado.

O avanço das empresas públicas se dá em várias frentes. Um exemplo fora das instituições financeiras é o da Embrapa, que se destaca pela inovação. São 47 centros com a marca distribuídos nos quatro cantos do país. “A grande revolução foi criar o conceito de agricultura tropical, com a adaptação genética de culturas como soja e cenoura em outras regiões. No manejo de biomas, uma grande conquista nossa foi a expansão do plantio no Cerrado”, diz o presidente da Embrapa, Pedro Antonio Arraes Pereira. Os ganhos de produtividade e liderança no campo são uma amostra das inovações. De 1977 a 2011, a área plantada de grãos aumentou 31% no país, e a produtividade por hectare subiu 151%. A empresa foi a primeira no mundo, ligada ao poder público, a produzir um feijão transgênico resistente ao vírus do mosaico dourado, façanha realizada apenas por multinacionais do setor.

GOVERNANÇA E TRANSPARÊNCIA

Banco Central cria comitê para afinar estratégias, enquanto governos de São Paulo e Minas Gerais garantem informações on-line

Fonte:Natália Flach e Priscila Arroyo – Brasil Econômico

Ao assumir a presidência do Banco Central, Alexandre Tombini tinha dois desafios claros: suceder Henrique Meirelles, que por oito anos guiou a política monetária brasileira sob aplausos do mercado, e reduzir a taxa de juros do país quando o cenário se mostrasse oportuno. No entanto, quando a equipe do Comitê de Políticas Monetárias (Copom) diminuiu a Selic em 0,5 ponto percentual em agosto, economistas consideraram o movimento arriscado, já que a inflação estava acima do teto da meta. Pelo menos por enquanto, a projeção da autoridade monetária se mostra correta. A inflação acumulada em 12 meses recuou em outubro, depois de atingir o pico em setembro, e a expectativa do BC é de que encerre 2011 em até 6,5%.

Essa linha da política monetária adotada pelo BC é claramente mostrada nos relatórios de inflação, atas do Copom e discursos da equipe econômica,que pontuam que cortes moderados da Selic são consistentes com IPCA dentro da meta. E para definir as estratégias e as diretrizes para a condução dos processos relacionados à estabilidade financeira, o banco criou neste ano o Comitê de Estabilidade Financeira (Comef).

A tarefa de avançar no processo de transparência e governança permeia também outros órgãos públicos. Os governos do estado de São Paulo e Minas Gerais, por exemplo, apostam no investimento em tecnologia para garantir maior eficiência na administração pública e controle dos gastos. Em São Paulo, o novo sistema de informática da corregedoria permite que os dados de relatórios das auditorias, ouvidorias e comissão de ética estejam disponíveis periodicamente on-line. “Essa ação valoriza a eficiência da estrutura. Antes, os relatórios eram encaminhados de forma esporádica, o que dificultava um controle mais rígido”, afirma Gustavo Hungaro, presidente da corregedoria geral da administração.

Ao mesmo tempo em que a comunicação integrada ajuda na fiscalização, também contribui para cortar custos. A implantação de um banco de dados de empresas prestadoras de serviços terceirizados padronizou as contratações,proporcionando uma economia de R$ 4,6 milhões somente neste ano. A utilização de pregão eletrônico, que já existe desde 2005, está consolidada, o que possibilita maior transparência. Hoje, 99% das contratações de produtos e serviços comuns são feitas via pregão eletrônico.

Já o governo de Minas Gerais lançou em setembro uma nova versão do portal da Transparência, que permite maior facilidade de acesso aos dados referentes a utilização de verba pública. “Por meio do portal, o governo oferece os indicadores necessários para o acompanhamento das ações do estado”, afirma o governador, Antonio Anastasia.

EFICIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Itamaraty e Pernambuco alcançam melhores resultados com novos modelos de gestão

Fonte: Simone Cavalcante e Rafael Abrantes – Brasil Econômico

O Ministério das Relações Exteriores apresenta nos fóruns internacionais sobre a agenda ambiental para dentro da administração pública. Essa é a tônica que norteia as ações em prol da eficiência e melhor gestão que vem sendo posta em prática no último ano.

Segundo a chefe da divisão de serviços gerais, Sonia Gomes, já há mudanças significativas em alguns padrões, como o fato de 90 das 200 embaixadas brasileiras estarem se comunicando com o Itamaraty por meio do sistema Voip -que usa a internet para fazer ligações telefônicas.

As substituições foram feitas primeiramente para as bases nos países dos continentes americano e africano, que eram as mais caras. O plano é estender o serviço aos postos na Europa.

Os esforços agora estão voltados para economia no campo da energia elétrica, cujas despesas mensais para o conjunto dos três prédios que abrigam a diplomacia brasileira na capital federal chegam a R$ 300 mil. Para tanto, foi licitado este ano um projeto para modernização e eficiência da estrutura elétrica, com troca de elevadores, sistemas de ar condicionado e de refrigeração da sala de processamento de dados, que atualmente ainda é resfriada pelo uso de água.

A execução de um modelo de gestão por metas com ênfase nas áreas da saúde, segurança e educação também destaca Pernambuco na administração pública. A busca por maior eficiência começou em 2006, logo após a primeira eleição de Eduardo Campos ao governo estadual, que procurou a colaboração do empresário Jorge Gerdau Johannpeter. Desde a implantação de novas políticas de metas a capacidade de investimento do estado superou os R$ 600 milhões por ano e chegou em 2010 a R$ 2,7 bilhões.

Gestão de Aécio Neves enxergou o futuro quando criou o Aeroporto de Confins

Gestão da infraestrutura, gestão eficiente, modelo de gestão

Fonte: Antônio do Nascimento Caderno Vrum – Estado de Minas, de 29/10/2011

Como o governo Aécio Neves transformou Confins no principal aeroporto de Minas

O aeroporto da Pampulha, hoje denominado Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, pode ter sido considerado um terminal de entrada para o interior.

Em 1933, ele servia de apoio às aeronaves do Correio Aéreo Militar (CAM), que ligavam a cidade do Rio de Janeiro à Fortaleza, voando ao longo do Rio São Francisco até as cidades de Petrolina(PE) e Juazeiro (BA). Por muitos anos, a linha do São Francisco esteve ativada e proporcionava aos ribeirinhos e interioranos a possibilidade de deslocamento rápido na busca do atendimento de suas necessidades primárias.

Se hoje as estradas de rodagem são precárias, o que pensar dos caminhos de 78 anos atrás? As aeronaves não proporcionavam apenas possibilidade de deslocamento rápido. A bordo, geralmente, seguia uma equipe médica com remédios para o atendimento básico a saúde. Não raras vezes, a tripulação era acionada para realizar uma evacuação emergencial. Apesar de todas as agruras, os pilotos do CAM e, posteriormente, do Correio Aéreo Nacional (CAN) cumpriam essas missões com grande satisfação. Aqueles voos representavam a presença do Estado em regiões remotas. Quem voou nas linhas do CAN se lembra com saudades dos bons serviços prestados pelas aeronaves militares, em especial os famosos DC-3.

Até 1984 o aeroporto da Pampulha era o único terminal aeroportuário de Belo Horizonte para atender a aviação regular.

Em 1985, foi inaugurado um terminal moderno e seguro no município de Confins. Começavam as idas e vindas das empresas aéreas de um para outro terminal. A TAM contribuiu para que o aeroporto da Pampulha levasse vantagem em relação ao aeroporto de Confins. Como ela fazia uma concorrência predatória %u2013 sendo na época uma empresa regional %u2013, todas as demais empresas migraram de Confins para a Pampulha.

Em 2004, o aeroporto da Pampulha acomodou 140 voos por dia e atendeu a uma demanda de mais de 3 milhões de passageiros/ano. O que foi um absurdo em termos de desconforto e insegurança. Chegaram até em pensar em construir um novo terminal de passageiros para acomodar a grande demanda.

Como o uso do cachimbo deixa a boca torta, os defensores do Aeroporto da Pampulha atribuíam a sua preferência à dificuldade de deslocamento até um terminal mais seguro e confortável, porém com ligação precária. Em 2004, o aeroporto de Confins, hoje denominado Aeroporto InternacionalTancredo Neves, apresentou uma demanda baixíssima: 388 mil passageiros/ano.

Algo tinha que ser feito para pôr um fim ao desconforto e insegurança do Aeroporto Carlos Drummond de Andrade e a equipe do governador Aécio Neves teve o bom senso de eleger o aeroporto de Confins como o principal aeroporto da Região Metropolitana de Belo Horizonte. O governo Aécio Neves não agiu como tem sido comum fazer atualmente. Hoje se cria o problema e depois se busca a solução. Foram oferecidos aos usuários uma ligação confortável de ônibus e acesso que permitia atingir o terminal em cerca de 40 minutos. Aproximadamente 10 minutos a mais do que o tempo gasto para chegar ao Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, partindo do Centro da cidade.

A mudança para o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, deixou para o Aeroporto Carlos Drummond de Andrade a demanda de voos regionais, com aeronaves de até 40 assentos, tendo atingido a marca de cerca de 750 mil passageiros/ano em 2010. Trouxe ainda a consolidação do uso de um terminal que já está ficando pequeno. O salto de mais de 100% no crescimento na demanda em seis anos foi muito expressivo. Passamos de 3,5 milhões para 8 milhões de passageiros embarcados e desembarcados/ano. Mais expressiva ainda é a demanda esperada até 2014, face aos indicadores de crescimento do transporte aéreo: já se fala em uma demanda de mais de 20 milhões de passageiros/ano.

Para atendê-la numa fase inicial, será construído um “puxadinho” para abrigar aproximadamente 5 milhões de passageiros/ano, independente do terminal atual. Bem situado, o terminal remoto ficará próximo a uma cabeceira de pista, que será ampliada.

O terminal 2 já teve o seu edital de concorrência publicado e mais de 150 mil metros quadrados serão oferecidos aos usuários, correspondendo ao dobro da área atual. Com ele, os terminais da Região Metropolitana de Belo Horizonte poderão atender a uma demanda de 23 milhões de passageiros embarcados e desembarcados/ano. Toda essa evolução é fruto do bom senso de equipes governamentais que enxergaram o futuro.

Eleições 2012: PSDB defende política de alianças para fortalecer em BH a gestão para resultados, a meritocracia e o planejamento estratégico

Fonte: Artigo Marcus Pestana* – O Tempo

Aliança por BH: balanço e possibilidades

O que é melhor para a população de BH e para o seu futuro?

Partidos políticos são ferramentas, não fins em si mesmos. São pessoas reunidas em torno de princípios, valores, visões e objetivos comuns. Representam segmentos, setores, grupos de interesse. O partido político é parte, não todo. E, para não cair no gueto, não se entregar ao espírito de seita, não se afundar no sectarismo, tem que ser permeável à renovação, aberto aos diferentes, fiel ao interesse real da sociedade. Um partido político que se pretenda moderno e dinâmico não pode se deixar hipnotizar pelo narcisismo político ou pela estreiteza ideológica.

Em 2008, sob a liderança de Aécio Neves e Fernando Pimentel, o que parecia impossível se tornou realidade. A parceria firmada no campo administrativo encontrou sua extensão no terreno político e eleitoral. Sob olhares céticos e resistências enormes, convergências foram encontradas, consensos erguidos. Numa construção política ousada, inovadora e inédita, PSDB e PT se uniram para eleger Marcio Lacerda prefeito da capital.

Marcio Lacerda era um empresário de sucesso. Lutou contra a ditadura e passou pelo setor público, tendo sido secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional e secretário do Desenvolvimento Econômico do governo Aécio Neves. Não tinha experiência política ou eleitoral e era totalmente desconhecido da população.

A vitória foi construída a partir do carisma e liderança de Aécio Neves, então governador de Minas no auge da popularidade (o grande eleitor de Marcio), e da boa avaliação da administração de Pimentel.

Chegamos à vitória. Nos últimos anos, os maiores investimentos na capital partiram do governo de Minas: Linha Verde, duplicação da Antônio Carlos, Expominas, Cidade Administrativa, revitalização do hospital João XXIII, abertura do hospital de Venda Nova, Circuito Cultural da Praça da Liberdade, hospital do Barreiro. Enquanto isso, o metrô não avançou e o Rodoanel não saiu do papel.

2012 aponta na curva. Teremos novas eleições. É hora de repensar caminhos. Projetar o futuro de nossa capital. O PSDB é o maior partido de Minas. O PSDB tem o maior líder político de Minas e da capital, Aécio Neves. O PSDB tem em seus quadros um exemplar gestor, o governador Anastasia. O PSDB ganhou todas as últimas eleições em Belo Horizonte. Temos plenas condições de construir uma candidatura própria e vencermos.

Mas a pergunta certa não é o que é melhor para o PSDB, PSB ou PT. A pergunta chave é: o que é melhor para a população de Belo Horizonte e para o futuro da capital?

Marcio Lacerda faz uma gestão eficiente e tem boa avaliação. Somos parte do governo e nos sentimos responsáveis por ele. As identidades são muitas: gestão para resultados, meritocracia, planejamento estratégico, parceria com a sociedade e a iniciativa privada. Poderemos sentar à mesa e, longe de sectarismos infantis e radicalismos estéreis, produzirmos uma ampla aliança em favor do futuro de Belo Horizonte.

Essa é a discussão que queremos fazer com os tucanos de Belo Horizonte e com nossos aliados.

*MARCUS PESTANA – Deputado federal e presidente do PSDB-MG – contato@marcuspestana.com.br

Movimento Minas lançado por Anastasia amplia participação popular pela internet na elaboração de políticas públicas

Canal para movimentar Minas

Fonte: Amanda Almeida – Estado de Minas

 Apostando na internet como canal de comunicação com a população, o governador Antonio Anastasia(PSDB) lançou ontem o Movimento Minas. Por meio do site www.movimentominas.com.br, a ideia é abrir espaço para a sociedade civil palpitar nas ações governamentais, indicando necessidades e trocando informações. Junto ao projeto, foi formado ontem o Fórum Minas de Ideias, composto por autoridades, personalidades e integrantes de entidades representativas de diferentes áreas, que se reunirão, ainda sem frequência definida, também para sugerir políticas públicas.

O site Movimento Minas tem como esqueleto 10 desafios do planejamento estratégico do governo estadual, como “reduzir a pobreza e as desigualdades” e “transformar a sociedade pela educação e cultura”. Ao fazer cadastro no site, que já está no ar, o internauta terá acesso a cada um desses desafios e será convidado a dar ideias para superá-los. Segundo Anastasia, não haverá seleção de comentários antes de publicação. “Não haverá filtros, para que se evite qualquer tipo de desvirtuamento do processo. Porque queremos participação plena, verdadeira e legítima”, disse o governador. Responsável pelo Movimento Minas, o Escritório de Prioridades Estratégicas terá como função encaminhar as propostas a líderes governamentais das áreas competentes.

O governador negou que o projeto seja uma resposta a críticas de que governos tucanos não têm participação popular. “Isso não tem nenhuma natureza de vinculação política com outros partidos. O que estamos fazendo aqui, que estava o tempo todo nas nossas discussões, que é a gestão para cidadania”, afirmou Anastasia, referindo-se a item de seu plano de governo que prevê maior participação popular.Questionado sobre a semelhança com o Orçamento Participativo de BH, lançado por administração petista em 2006, ele disse que, enquanto o OP trata de escolha de obras prioritárias, o Movimento Minas fará a “identificação das políticas (públicas), muito acima das obras”.

O Fórum Minas de Ideias se reuniu pela primeira vez com o governador ontem. Coordenado pela presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), Andrea Neves, e pelo diretor-presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas, Tadeu Barreto, o grupo de 21 representantes de áreas diferentes conversou sobre os desafios do estado por uma hora. “Foi uma troca muito rica. Defendi como prioridade zero a educação. Infelizmente, o Brasil ainda é um país de analfabetos funcionais”, comentou o escritor Ziraldo, integrante do grupo que tem ainda os músicos Fernando Brant e Samuel Rosa, o escritor Affonso Romano de Sant’Anna, o estilista Ronaldo Fraga, o técnico de vôlei Giovane Gávio, entre outros.

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