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Copa 2014: Governo Anastasia cumpre cronograma da Fifa

Gestão Eficiente – Estádio estará pronto em dezembro deste ano, 34 hoteís já estão em construção em Belo Horizonte

Sem vigília e sem cobranças 

Muito se fala sobre 2014. Mas, antes disso, haverá a Copa das Confederações em 2013. Minas Gerais pretende não só testar, mas passar no teste e com louvor. A obra do Mineirão estará pronta até 21 de dezembro de 2012, seis meses antes da Copa das Confederações. Sabe-se, pela experiência de outras Copas, que a obra do estádio é simbólica e acaba ditando o ritmo das demais.

Se a Fifa se preocupa com atrasos nas obras para a Copa, provavelmente traria tranquilidade à instituição uma visita a Minas Gerais para ver de perto a obra do Mineirão e outros preparativos para a Copa, não a de 2014, como já foi dito, mas a de 2013.

Não obstante as ausências da Fifa, precisamos ressaltar que, em Minas, não há necessidade de vigília ou cobranças para que os trabalhos sejam feitos.

No momento, 34 hotéis estão em construção em Belo Horizonte, 17 estão em licenciamento e outros 23 estão previstos na região metropolitana da capital. A capacidade de leitos, atualmente de cerca de 30 mil, poderá aumentar para até 53 mil. Bem mais do que a Fifa recomenda, o equivalente a um terço da capacidade do estádio, ou seja, cerca de 21 mil leitos.

Pode até ser que todos não estejam prontos para a Copa de 2013, mas isso é hipótese, o fato concreto é que seis novos hotéis já estão em funcionamento na Grande Belo Horizonte, todos inaugurados de 2011 para cá.

Até o fim deste ano, cerca de 5.000 pessoas serão capacitadas dentro de projetos do governo em parceria com a iniciativa privada. Há treinamento para agentes de informação turística, guias de turismo, auxiliares de cozinha, camareiras, garçons, recepcionistas. Além disso, há cursos de línguas, informática, gestão de negócios, planejamento de emergência hospitalar externa e princípios de medicina de catástrofe.

Com intuito de interiorizar a Copa, o governo, por meio da Secretaria Extraordinária para Assuntos da Copa do Mundo (Secopa), realizou três seminários em cidades mineiras que são candidatas a Centro de Treinamento de Seleção (CTS), local escolhido pelas seleções para realizar treinamento cerca de duas a três semanas antes do início da Copa. Dezenove cidades de Minas concorrem a ser CTS.

No quesito mobilidade, já foi inaugurado o novo viaduto da avenida Abraão Caram – importantíssimo no acesso ao Mineirão. Três corredores exclusivos para ônibus articulados, os chamados Bus Rapid Transit (BRT), estão em construção. Os BRTs transportarão por dia, em média, 700 mil passageiros, e um deles também será fundamental para facilitar o acesso ao estádio.

O Aeroporto Internacional Tancredo Neves já está em obras para a reforma do terminal 1. O projeto executivo para ampliação da pista e do pátio já está na reta final. A previsão é de que a obra do governo federal fique pronta em 2013. Após a reforma, o aeroporto terá a capacidade ampliada de 10,2 milhões (2011) para 16,5 milhões de passageiros ao ano.

Em Minas, a Copa já começou!

Fonte: Artigo de Sergio Barroso, secretário da Secretaria Extraordinária para Assuntos da Copa do Mundo O Tempo

Copa 2014: Estádio de Brasília pode se tornar escândalo político, obras já sofreram 11 aditamentos e tiveram acréscimo de R$ 236 milhões

Gestão do PT, Gestão Deficiente

Fonte: UOL e Jogo do Poder

Jeito petista de governar: obra do estádio de Brasília dispara; já subiu mais de um terço do valor inicial e vai subir ainda mais.

A construção do Estádio Nacional de Brasília, que vai receber os jogos da Copa de 2014, caminha para se tornar um escândalo político e administrativo sem precedentes, comandado pelo petista Agnelo Queiroz, governador do Distrito Federal.

Orçado inicialmente em R$ 671 milhões, após nada menos que 11 aditamentos de contrato e o planejamento e execução de duas novas licitações, a conta já chega a R$ 907 milhões, um acréscimo de R$ 236 milhões. Só com isso, esta já seria a segunda obra de arena mais cara da Copa, atrás só da reforma do Maracanã (R$ 931 milhões).

Mas que o contribuinte distrital não se engane: a conta da arena para 70 mil pessoas, que está sendo construída integralmente com recursos públicos, está longe de fechar. Ainda faltam ser licitadas a compra do gramado e das arquibancadas do estádio, a construção de um túnel de 300 metros que sairá da arena e irá até um centro de convenções, obras de tratamento acústico, instalação de um sistema de comunicação visual, obras de urbanização e paisagismo do entorno do estádio, instalação de sistema de drenagem e irrigação do campo e, finalmente, um heliponto. O céu é o limite para o preço do Estádio Nacional Mané Garrincha.

Malversação de recursos públicos:

Além das licitações que se acumulam, mais dois aspectos contribuem para o ritmo frenético de alta de custos. O primeiro é a quantidade de aditamentos que coleciona o contrato inicial. Já foram 11. Em um dos últimos, já previsto pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal em junho de 2011, e de fato realizado pelo governo distrital em setembro daquele ano, foi criado um terceiro turno de trabalho no canteiro, para que o estádio possa ser entregue no dia 31 de dezembro deste ano, e não mais na metade de 2013, como era inicialmente previsto.

O segundo é a malversação dos recursos destinados à obra. Em relatório do dia 9 de fevereiro deste ano, o TCDF apontou alguns procedimentos adotados pelo consórcio executor dos trabalhos (Construtora Andrade Gutierrez e Via Engenharia S/A) e pela Novacap, estatal do DF que banca a empreitada, que podem explicar em parte a escalada de custos. São eles, nas exatas palavras do órgão fiscalizador:

– Escolha de materiais sem o devido estudo de reaproveitamento, como por exemplo, a especificação de edital das fôrmas para concreto. O mercado disponibiliza modelos que podem ser reaproveitados 20 vezes. Mas, nessa obra, a Novacap especificou uma fôrma que só pode ser reutilizada três vezes;

– Duplicidade de custos de equipamentos que estão sendo alugados mensalmente, mas que também foram previstos em gastos com outros serviços, tais como “fornecimento e aplicação de concretos”, “montagem de grua”, “camada impermeabilizadora” e “armadura de aço”;

– Lentidão no atendimento à determinação de detalhamento dos custos relacionados a mobilização e desmobilização, utilização de percentual indevido de encargos trabalhistas, montante de vale transporte superdimensionado, pagamento indevido de insumos não aplicados na obra e sobrepreço em alguns itens;

– Notas de serviços evidenciando subcontratações que não foram submetidas à análise e a aprovação formal da Novacap, o que pode resultar na execução de serviços sem o devido rigor técnico, e com baixa qualidade;

– Falhas no controle da quitação dos encargos trabalhistas da mão de obra subcontratada.

Leia mais em: Custo de estádio do DF dispara R$ 236 mi e vai subir mais; Tribunal de Contas vê “sobrepreço”

http://esporte.uol.com.br/futebol/copa-2014/ultimas-noticias/2012/02/24/custo-de-estadio-do-df-dispara-r-236-mi-e-vai-subir-mais-tribunal-de-contas-ve-sobrepreco.htm

Estádio Nacional Mané Garrincha: custo estimado atual de R$ 907 milhões e subindo

Custo de estádio do DF dispara R$ 236 mi e vai subir mais; Tribunal de Contas vê “sobrepreço”

No dia 26 de outubro de 2011, o UOL Esporte perguntou ao governo do Distrito Federal qual era a previsão de custo total da construção do Estádio Nacional Mané Garrincha, que está sendo erguido na capital federal para a Copa do Mundo de 2014. A resposta: R$ 671 milhões. Agora, em fevereiro de 2012, após nada menos que 11 aditamentos de contrato e o planejamento e execução de duas novas licitações, a conta já chega a R$ 907 milhões, um acréscimo de R$ 236 milhões. Só com isso, esta já seria a segunda obra de arena mais cara da Copa, atrás só da reforma do Maracanã (R$ 931 milhões).

Mas que o contribuinte distrital não se engane: a conta da arena para 70 mil pessoas, que está sendo construída integralmente com recursos públicos, está longe de fechar. Ainda faltam ser licitadas a compra do gramado e das arquibancadas do estádio, a construção de um túnel de 300 metros que sairá da arena e irá até um centro de convenções, obras de tratamento acústico, instalação de um sistema de comunicação visual, obras de urbanização e paisagismo do entorno do estádio, instalação de sistema de drenagem e irrigação do campo e, finalmente, um heliponto. O céu é o limite para o preço do Estádio Nacional Mané Garrincha.

Além das licitações que se acumulam, mais dois aspectos contribuem para o ritmo frenético de alta de custos. O primeiro é a quantidade de aditamentos que coleciona o contrato inicial. Já foram 11. Em um dos últimos, já previsto pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal em junho de 2011, e de fato realizado pelo governo distrital em setembro daquele ano, foi criado um terceiro turno de trabalho no canteiro, para que o estádio possa ser entregue no dia 31 de dezembro deste ano, e não mais na metade de 2013, como era inicialmente previsto.

O segundo é a malversação dos recursos destinados à obra. Em relatório do dia 9 de fevereiro deste ano, o TCDF apontou alguns procedimentos adotados pelo consórcio executor dos trabalhos (Construtora Andrade Gutierrez e Via Engenharia S/A) e pela Novacap, estatal do DF que banca a empreitada, que podem explicar em parte a escalada de custos. São eles, nas exatas palavras do órgão fiscalizador:

– Escolha de materiais sem o devido estudo de reaproveitamento, como por exemplo, a especificação de edital das fôrmas para concreto. O mercado disponibiliza modelos que podem ser reaproveitados 20 vezes. Mas, nessa obra, a Novacap especificou uma fôrma que só pode ser reutilizada três vezes;

– Duplicidade de custos de equipamentos que estão sendo alugados mensalmente, mas que também foram previstos em gastos com outros serviços, tais como “fornecimento e aplicação de concretos”, “montagem de grua”, “camada impermeabilizadora” e “armadura de aço”;

– Lentidão no atendimento à determinação de detalhamento dos custos relacionados a mobilização e desmobilização, utilização de percentual indevido de encargos trabalhistas, montante de vale transporte superdimensionado, pagamento indevido de insumos não aplicados na obra e sobrepreço em alguns itens;

– Notas de serviços evidenciando subcontratações que não foram submetidas à análise e a aprovação formal da Novacap, o que pode resultar na execução de serviços sem o devido rigor técnico, e com baixa qualidade;

– Falhas no controle da quitação dos encargos trabalhistas da mão de obra subcontratada.

UMA OBRA SEM PREÇO DEFINIDO

Obra Preço
Construção da arena R$ 719 milhões
Construção da cobertura R$ 176 milhões
Contratação de empresa de fiscalização e gerenciamento da obra R$ 12 milhões
Construção de um túnel de 300 metros a definir
Construção de estacionamento e heliponto a definir
Aquisição de sistema de transmissão a definir
Obras de tratamento acústico e instalação de um sistema de comunicação visual a definir
Compra de gramado a definir
Compra de arquibancadas a definir
Construção de sistemas de drenagem, iluminação e projeto paisagístico da área externa a definir

UOL Esporte solicitou, no dia 16 de fevereiro deste mês, como vem fazendo desde outubro do ano passado, uma entrevista com alguma autoridade ou técnico do governo do Distrito Federal, para que pudessem ser esclarecidos estes e outros pontos controversos da empreitada do Estádio Nacional. Em resposta, recebeu uma nota da assessoria de imprensa do órgão, que diz: “O Governo do Distrito Federal tem a preocupação constante em estar em entendimento com o Tribunal de Contas do Distrito Federal“. Ao TCDF, a Novacap e as empreiteiras têm até março deste ano para apresentar suas explicações.

Além das licitações que ainda serão feitas para completar o Estádio Nacional, que farão com que o custo final ultrapasse com folga a cifra de R$ 1 bilhão, nada faz crer que o 11º aditamento do contrato principal, publicado no Diário Oficial do DF no dia 27 de janeiro deste ano, será o último.

É que os aditamentos acontecem conforme vão surgindo novas necessidades e compromissos assumidos pelo DF, que não estavam previstos no contrato inicial.

Eis um exemplo: conforme chama a atenção o Tribunal de Contas do DF, na época da licitação, o governo distrital ainda não havia assumido a responsabilidade de sediar também a Copa das Confederações. Por isso, o cronograma físico-financeiro inicial da obra previu o término do estádio para julho de 2013. Por outro lado, a exigência para sediar a Copa das Confederações é de que o estádio deve estar apto para operar em dezembro de 2012.

Para cumprir o compromisso assumido com o governo federal e com a Fifa, a Novacap antecipou a entrega da obra para o final deste ano. Entre as medidas tomadas para tanto, um terceiro turno de trabalho foi criado, o que acarretou aumento de custos.

Na última quinta-feira, o UOL Esporte fez derradeira tentativa de ouvir uma autoridade do DF sobre o assunto, mas foi informado de que não havia técnicos disponíveis, já que estes só voltarão ao trabalho na próxima segunda-feira. Ainda é Carnaval em Brasília.

Oposição: PSDB parte para cima do Governo Dilma, Aécio avisa que partido vai apontar ineficiências da gestão petista

Sem gestão pública, ineficiência pública, Gestão do PT, 
Fonte: Baptista Chagas de Almeida – Estado de Minas

PSDB pretende ir às armas

Tucanos vão usar os palanques das disputas municipais para aumentar o tom dos ataques contra o governo Dilma

Horário eleitoral no rádio e na TV também será usado para as críticas

Os tucanos vão aproveitar as eleições municipais deste ano para começar a bater asas com ataques mais fortes ao governo da presidente Dilma Rousseff. O confronto será feito com base em pontos fracos que o PSDB identificou na atual gestão (veja quadro). Nas cidades em que houver horário gratuito de rádio e televisão, o comando da legenda vai aproveitar para apresentar propaganda de caráter nacional e mostrar as diferenças sobre o que pensam o PSDB e o  PT. “O rolo compressor do governo deu um tiro no pé nos estados e municípios com os vetos da presidente Dilma à regulamentação da Emenda 29. Isso precisa ser mostrado ao eleitorado”, reclama o senador Aécio Neves (PSDB-MG), dando um exemplo da estratégia a ser usada.

Aécio destaca que, há dez anos, a União era responsável por 58% dos investimentos em saúde. Hoje, aplica 45%. Os estados e municípios, que investiam 42%, atualmente são responsáveis por 55%. “No mesmo período, a receita da União foi a única que teve crescimento real, mas o dinheiro a mais não vai para a saúde, é usado para fazer obras sem licitação”, ataca o senador.

Diante de pesquisas indicando que a população já colou no PT a imagem da corrupção, os tucanos vão procurar também mostrar a ineficiência da gestão na infraestrutura do país. A Copa do Mundo de 2014 será um dos principais alvos. “As obras estão atrasadas por causa do modelo de gestão. Durante oito anos do governo Lula, o PT não fez as concessões dos aeroportos por uma questão ideológica. Agora é obrigado a correr contra o tempo, por causa do caos, dos atrasos e das filas em todas as capitais importantes”, destaca Aécio.

O presidenciável tucano não cita a candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad, ao governo de São Paulo, mas é severo sobre o setor: “Não dá para aceitar que o currículo de uma escola de Rio Branco, no Acre, seja o mesmo de uma escola em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. São realidades completamente diferentes. Sem respeitar as características de cada região, o resultado só pode ser os altos índices de repetência e de evasão escolar”.

Pelo país afora O PSDB pretende dar um caráter nacional às eleições de outubro, sem deixar de lado as peculiaridades de cada região ou município. A definição da estratégia estabelece três diretrizes. A prioridade é a candidatura própria. Se não for possível, aliança com os partidos de oposição e com eventuais aliados que não têm tanto compromisso assim com o governo federal. Em último caso, aliança com os candidatos que tenham o PT como principal adversário.

“A eleição presidencial não é este ano, mas o PSDB pode discutir agora alguns problemas nacionais”, pondera Aécio Neves. E avisa: “A partir de 2013 os tucanos vão às armas”.

>> Os alvos tucanos

Área    Principais críticas

Saúde    Omissão do governo e os vetos à Emenda 29
Inchaço    Aparelhamento do serviço público
Má gestão    Gastos muito elevados com a máquina pública e custeio e poucos investimentos
Corrupção    Pesquisas mostram que o problema colou no PT
Copa 2014    Caos na infraestrutura, dos aeroportos às estradas e no transporte público
Educação    Desde a universalização no governo Fernando Henrique Cardoso, nada mais foi feito

Você se lembra?

 (Paulo de Araujo/CB/D.A. Press - 27/9/11)

Nessa tentativa de desvio, preferem criar um clima no país como se a corrupção fosse do governo e não no governo – Do ex-deputado José Dirceu (PT-SP), em dezembro, em resposta a críticas de tucanos ao governo Dilma

Diante desta pérola, só nos resta a todos constatar que o governo não é do governo. E estamos conversados– Do senador Aécio Neves (PSDB-MG) (foto), sobre a frase postada no blog de José Dirceu em dezembro* 

Copa 2014: Gestão de Aécio Neves e Antonio Anastasia nas obras do Mineirão transforma BH na segunda sede mais importante do mundial

Choque de Gestão, gestão eficiente

Fonte: Agência Minas

O governador Antonio Anastasia acompanhou em Zurique (Suíça), na sede da Fifa, nesta quinta-feira (20), o anúncio dos calendários dos jogos da Copa do Mundo de 2014 e da Copa das Confederações, em 2013. Belo Horizonte receberá, no Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão), seis jogos da Copa do Mundo e três partidas da Copa das Confederações. Em entrevista após o anúncio da Fifa, Anastasia comemorou o fato de Belo Horizonte ser a cidade-sede onde acontecerá o maior número de jogos, depois do Rio de Janeiro.

“Ficamos extremamente satisfeitos com o anúncio de que Belo Horizonte receberá, nas duas Copas, nove jogos. Seremos, depois do Rio de Janeiro, a cidade que terá o número maior de jogos. E mais importante, na Copa do Mundo, sendo o Brasil, como todos esperamos, o primeiro lugar no seu grupo de classificação na primeira fase, ele jogará duas vezes em Belo Horizonte, as oitavas de final e a semifinal. Portanto, a cidade foi extremamente prestigiada com nove partidas internacionais e possivelmente dois jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo e certamente também na Copa das Confederações, onde já teremos garantido pelo menos uma semifinal, além de outros dois jogos de relevância”, afirmou Anastasia.

O governador participou de uma videoconferência com jornalistas, após o anúncio da Fifa, acompanhado do secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Sergio Barroso, e do presidente do Comitê Executivo Organizador da Copa do Mundo de Belo Horizonte, Tiago Lacerda. O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, também participou da videoconferência, ao lado de jornalistas, na capital mineira.

“Temos o compromisso de fazer de Belo Horizonte a melhor sede para a Copa do Mundo de 2014. Nós todos estamos torcendo para que o Brasil seja o primeiro do seu grupo na Copa do Mundo na fase de classificação, a primeira fase. Assim, o Brasil jogará duas vezes em Belo Horizonte, nas oitavas e depois na semifinal, seguindo o caminho para o hexacampeonato, no Maracanã. Estamos muito felizes”, afirmou Anastasia.

As estatísticas são favoráveis ao Brasil. Desde 1978 o Brasil é o primeiro colocado na fase inicial. Outro dado a favor: no Mineirão, em 20 jogos oficiais e amistosos, a Seleção Canarinho ganhou 15, empatou três e perdeu apenas dois jogos.

Durante o período de preparação para as Copas, a Fifa reconheceu o trabalho desenvolvido em Belo Horizonte e direcionou a tabela para que a capital mineira possa ter dois jogos decisivos da Seleção Brasileira, um na Copa do Mundo e outro na Copa das Confederações. Se o Brasil ficar em primeiro lugar no seu grupo, na fase inicial – o que acontece há nove mundiais –, irá jogar as oitavas de final, no Mineirão. Se passar pelas quartas de final, jogará também a semifinal, em Belo Horizonte. Na Copa das Confederações, em 2013, a capital mineira será o palco de outra semifinal.

“Ficamos muito satisfeitos, fizemos uma mobilização pública pela abertura da Copa no Mineirão, o que nos deu muita visibilidade e, com isso, o reconhecimento pela boa gestão que vem sendo realizada em Minas. Agora é como costumo dizer, temos que valorizar o que é nosso e serão nove jogos”, destacou Sergio Barroso.

O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda,  também ressaltou a satisfação com a tabela: “Estou extremamente satisfeito com o calendário apresentado pela Fifa, que privilegia BH, em reconhecimento pelo trabalho que está sendo desenvolvido em conjunto pela PBH e Governo de Minas. Belo Horizonte poderá ter dois jogos da seleção brasileira em fases decisivas da Copa do Mundo”, disse o prefeito.

Gestão de Aécio inovou em viabilizar obras do Mineirão

Empresa montada por BNDES, Bradesco, Itaú, Santander e outras instituições, a EBP preparou reforma do estádio e tem projetos que já totalizam R$7,2 bi

Fonte: Agnaldo Brito – Folha de S. Paulo em 13/02/2011

Escritório de projetos mobiliza R$ 7,2 bilhões para infraestrutura

 

Criado por nove bancos, a EBP vira um modelo para desengavetar projetos governamentais

Para instituições, benefício é indireto, pois projeto concedido é sempre um potencial tomador de crédito

Com dois anos de vida, a EBP (Estruturadora Brasileira de Projetos) – escritório focado em empreendimentos para o setor público e criado por nove grandes bancos comerciais e de investimento – deve mobilizar pelo menos R$ 7,2 bilhões em capital para infraestrutura no país.

A iniciativa foi idealizada com o propósito de vencer o crônico problema brasileiro da falta de projetos de interesse público com qualidade para fazer girar as concessões. O modelo começa a desengavetar iniciativas.

Com dez empreendimentos em carteira, a empresa comemora o primeiro negócio posto em pé: o estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, palco da Copa do Mundo de 2014. O projeto, com valor de R$ 608 milhões, foi modelado, leiloado e contratado num prazo de 14 meses.

Além do Mineirão, outros negócios devem sair em breve. Entre eles está a concessão da BR-101 no Espírito Santo, de hospital e rodoviária na capital mineira, da estrutura logística para conexão dos centros de compra popular em São Paulo (25 de março e Brás) e do saneamento básico na zona oeste do Rio e na região metropolitana de Vitória.

Só esses dois projetos de saneamento podem mobilizar mais de R$ 3,5 bilhões e universalizar coleta e tratamento de esgoto nas duas áreas. São negócios de peso, como de peso é o grupo que criou a EBP.

O capital da empresa é dividido em nove partes iguais, assim composto: BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Banco Votorantim, Citibank, Santander, Banco Espírito Santo e HSBC.

A empresa nasceu com capital de R$ 30 milhões disponível para bancar estudos e consultorias. Segundo o diretor-geral, Hélcio Tokeshi, a empresa ainda dispõe de R$ 100 milhões para usar em novos empreendimentos que serão assumidos pela EBP.

Resposta ao vácuo de desenvolvimento de projetos de infraestrutura, a EBP começou quase como um conceito. Virou um negócio que em 2011 começa a ter retorno.

Para os bancos, o benefício é indireto. Um projeto concedido é sempre um potencial tomador de crédito, embora quem assuma o empreendimento não tenha a obrigação de recorrer a nenhuma das instituições que são sócias da EBP.

A companhia opera quase como uma extensão dos governos, ao assumir a confecção do projeto, da engenharia à estrutura financeira, dos estudos técnicos ambientais à definição do leilão.

“Um governo não tem como manter um time de especialistas para desenvolver um grande projeto de interesse de um Estado ou de uma prefeitura. Custaria caro e essas equipes ficariam ociosas”, diz Tokeshi.

10 PESSOAS

Apesar de mobilizar bilhões de reais, a EBP é uma empresa minúscula. Tem dez pessoas, comandadas pelo economista Hélcio Tokeshi, egresso da consultoria McKinsey & Company. É esse grupo que gerencia a rede de técnicos e especialistas que põe os projetos em pé.

Copa 2014 – Antonio Anastasia: “Teremos bons jogos em Belo Horizonte. Agora, nosso compromisso é fazer da cidade a melhor sede do Mundial”, ressaltou

Fonte: Ana Maria Campos – Estado de Minas

Governador comemora as seis partidas do Mundial que serão em BH e afirma que projeto é fazer da cidade a melhor sede

Zurique – No anúncio do calendário da FIFA para 2013 e 2014, na sede da entidade, numa região bucólica de Zurique, São Paulo e Rio de Janeiro levaram respectivamente a abertura e a final da Copa do Mundo, como esperado. Belo Horizonte receberá seis partidas do Mundial: quatro da primeira fase, uma oitava de final e uma semifinal – se o Brasil ficar em primeiro lugar no seu grupo na etapa inicial, vai jogar as oitavas no Mineirão. Se passar pelas quartas, fará sua semifinal também em BH. Na Copa das Confederações, em 2013, a capital mineira será palco de uma das semifinais.

Apesar de ser anfitrião da partida que decide o Mundial, o Rio vai receber o escrete verde e amarelo somente na final – se o time chegar lá -, já que não haverá jogos do Brasil no Maracanã na primeira fase da Copa.

Ao distribuir as partidas, a FIFA usou critérios diplomáticos para contemplar todos da melhor forma, sem deixar de atender os interesses da própria federação, além de levar em conta o tamanho dos estádios e o poderio econômico das cidades. São Paulo conquistou o direito de receber uma semifinal do Mundial no último minuto do segundo tempo, durante reunião pela manhã do comitê executivo da FIFA, horas antes do anúncio no auditório da entidade, pontualmente às 17h50 (13h50, no horário de Brasília).

A cerimônia em Zurique foi um evento para poucos. Transmitida ao vivo para o mundo inteiro, ocorreu no auditório com capacidade para 210 espectadores. Nem metade dos assentos estava ocupada. O evento não durou 15 minutos. Na plateia, jornalistas e representantes das 12 cidades-sede. Entre governadores, apenas o de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), e do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), assistiram pessoalmente. Eles foram recebidos por representantes da FIFA e da CBF e fizeram um tour pelo prédio da entidade antes de acompanhar o anúncio.

A definição das tabelas da Copa do Mundo e da Copa das Confederações foi cercada de mistério até a última hora. Na véspera, Agnelo jantou com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, um dos protagonistas da solenidade, ao lado de Joseph Blatter e Jérome Valcke, respectivamente presidente e secretário-geral da Fifa. O local escolhido foi o Zeughauskeller Restaurant, de comida típica e cervejas exóticas.

Anastasia, que se hospedou no mesmo hotel do governador do Distrito Federal, evitou dar declarações à imprensa sobre previsões para o Mineirão. Depois do anúncio, ele pegou o carro na garagem subterrânea da FIFA e foi embora. Pouco tempo depois, participou de uma videoconferência, direto da Suíça, com jornalistas e o prefeito Marcio Lacerda, na sede da Prefeitura de Belo Horizonte.

VIDEOCONFERÊNCIA O governador comemorou o fato de a capital mineira ser a cidade-sede onde ocorrerá o maior número de jogos, depois de Rio e Brasília. “Teremos bons jogos em Belo Horizonte. Agora, nosso compromisso é fazer da cidade a melhor sede do Mundial. Estamos muito felizes com a confirmação de, pelo menos, sete jogos. E mais importante, na Copa do Mundo, sendo o Brasil, como todos esperamos, o primeiro lugar no seu grupo de classificação na primeira fase, ele jogará duas vezes em Belo Horizonte, nas oitavas de final e nas semifinais.”

Acompanhando o discurso do governador, o secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Sérgio Barroso, disse estar feliz com o anúncio e considerou a disputa de até três jogos da Seleção Brasileira em Belo Horizonte uma honra. Assegurou mais uma vez que o Mineirão estará concluído em dezembro de 2012 e destacou outras melhorias, como a transformação do Mineirinho em centro de imprensa para a Copa’2014, com ênfase na cobertura dos jogos no estado, e a reforma do aeroporto da Pampulha, visando a atender o mercado de aviação executiva.

Para o presidente do Comitê Executivo Organizador da Copa do Mundo de Belo Horizonte, Tiago Lacerda, São Paulo tem um importante papel econômico no contexto nacional e, por isso, prevaleceu na escolha para a abertura dos jogos do Mundial. “Diria até que está além do que esperávamos. O mais importante é que o pleito de BH foi bastante natural. Nenhum centavo a mais foi investido para valorizar um jogo específico”, comentou.

O presidente do comitê assegurou que não haverá problemas de transporte na capital mineira durante o Mundial e valorizou a importância de uma semifinal. (Com Bruno Freitas)

Gestão eficiente e estágio adiantado das obras do Mineirão mantêm Belo Horizonte no páreo para abrir jogos da Copa 2014

Fonte: Artigo de Sergio Barroso – Secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo do Governo de Minas – Estado de Minas

Mineirão, o pecado da competência

Modelamos uma parceria público-privada (PPP) inovadora e exemplar, estamos com o cronograma de obras em dia e seremos o primeiro estádio a ficar pronto

O magistral compositor Tom Jobim costumava dizer que, no Brasil, o sucesso é uma ofensa pessoal. Se ainda estivesse entre nós, ele poderia atualizar sua conhecida frase, valendo-se da preparação do país parasediar a Copa 2014: no Brasil, a competência é um pecado. Esse é o sentimento que se tem quando entra em pauta a escolha do estádio que receberá o jogo de abertura, uma das vitrines de maior destaque do evento e de grande alcance em todos os continentes.

A Fifa abriu a possibilidade para que as cidades-sede apresentassem suas candidatura ao jogo de abertura. Entraram em campo Belo Horizonte, São Paulo, Salvador e Brasília. A cada dia, torna-se mais reconhecido nacionalmente o grande esforço que o Mineirão vem fazendo para conquistar a partida inicial do certame. Planejamos, modelamos uma parceria público-privada (PPP) inovadora e exemplar, estamos com o cronograma de obras em dia e seremos o primeiro estádio a ficar pronto, em dezembro de 2012, aptos a estrear na Copa das Confederações, em 2013.

Teremos, ao final, um estádio com capacidade real para 65 mil pessoas – sem puxadinhos e adaptações -, cercado por uma esplanada de 80 mil m2 para realização de eventos culturais, religiosos e de outras modalidades esportivas. O estádio contará ainda com o Museu do Futebol, com 1.630 m2, e mais de 7 mil m2 para lojas, bares e restaurantes. Tudo dentro dos mais elevados padrões da FIFA e dos melhores estádios do mundo.

No centro de nossas preocupações, sempre esteve o legado que a Copa 2014 deixará para Minas. Em primeiro lugar, está sendo uma excelente oportunidade para dotar o estado de uma magnífica arena multiuso, para atender partidas de futebol, espetáculos culturais e eventos religiosos de grande envergadura. Em segundo lugar, está em marcha a realização de um conjunto significativo de obras de infraestrutura na cidade, com vistas a facilitar sobretudo a mobilidade urbana. Belo Horizonte vai ganhar até a Copa três corredores exclusivos para os ônibus articulados, os chamados BRTs (Bus Rapid Transit), que transportarão 750 mil passageiros por dia.

Minas também vai consolidar sua rede hoteleira, e com isso o estado vai se firmar como principal centro de turismo de negócios, uma atividade capaz de gerar emprego e renda de maneira permanente e sustentável. Vinte e seis hotéis já estão em construção e outros 15 estão em fase final de licenciamento. Com isso serão criados 15.875 novos leitos.

Por outro lado, também fica cada vez mais patente que nem todos trilharam o caminho da eficiência e continuam patinando na incerteza dos dias que virão. Já se sabe hoje que o Brasil não contará com todos os estádios para a Copa das Confederações. E que em pleno 2014, às vésperas do Mundial, o país ainda terá que lidar com a realização dos testes tão necessários para a realização de um evento capaz de encher de orgulho a nação verde-amarela.

Esse é o contraponto entre a competência e o seu contrário. Entre o mérito e o seu oposto. Quem a Fifa deve recompensar? Minas Gerais acreditou e continua acreditando que a disputa aberta pela Fifa era mesmo para valer. Por isso, continuamos a defender o Mineirão como o melhor estádio para abrir a Copa 2014. Essa é a nossa crença, esse o nosso bom combate, certos de podermos sensibilizar a Fifa com a qualidade do nosso trabalho e dos nossos argumentos. Para os mineiros, competência é virtude.

Link do artigo:  http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2011/09/25/interna_opiniao,7927/mineirao-o-pecado-da-competencia.shtml

Governo Anastasia: Minas faz festa para inaugurar relógio da Copa 2014 – Estado é o mais adiantado nos preparativos

Fonte: Agência Minas

Antonio Anastasia inaugura relógio de contagem regressiva para a Copa de 2014

Belo Horizonte foi escolhida para ter esse evento em reconhecimento ao trabalho feito no Mineirão e pelo trabalho de mobilidade urbana, que é um exemplo para as demais cidades-sedes da Copa

O governador Antonio Anastasia inaugurou, na noite desta sexta-feira (16), o cronômetro que fará a contagem regressiva para o início da Copa do Mundo de 2014. A cerimônia, que marca os 1.000 dias para a abertura do maior evento futebolístico do planeta, foi realizada no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, uma das 12 cidades-sede dos jogos do mundial de futebol no Brasil.

O relógio, de oito metros de altura, em formato de ampulheta e espelhado, foi acionado pelo governador Anastasia às 20h35. A cerimônia foi acompanhada de perto por cerca de 150 convidados, entre eles secretários de Estado, deputados, vereadores e personalidades do esporte, cultura e lazer. Profissionais de cerca de 40 veículos de imprensa, nacional e internacional, fizeram a cobertura do evento.

A solenidade teve início com a entrada do governador Antonio Anastasia, acompanhado do vice-governador e presidente do Comitê Gestor das Copa, Alberto Pinto Coelho, do ministro do Esporte, Orlando Silva, do prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, e do presidente da CBF, Ricardo Teixeira.

Personalidades e crianças uniformizadas de verde-e-amarelo entraram no Palácio com balões em formato de coração alusivos ao evento. Jovens da categoria de base dos clubes mineiros, Atlético, Cruzeiro e América, e os respectivos mascotes (Galo, Raposão e Coelho) também prestigiaram a festa.

Durante o acionamento, o Tambores de Minas, juntamente com o grupo de tambores do Valores de Minas, do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), apresentaram a música “Oh Minas Gerais”. Também foi apresentado um vídeo com imagens do Estado. O espetáculo contou ainda com show de fogos, apresentação do coral venezuelano “Bocapella” e números circenses.

Reconhecimento

O ministro do Esporte, Orlando Silva, em entrevista após o evento, afirmou que a escolha de Belo Horizonte para a realização da cerimônia que dá o ponta-pé para a abertura da Copa é um reconhecimento ao bom trabalho realizado em Minas.

“Belo Horizonte foi escolhida para ter esse evento em reconhecimento ao trabalho feito no Mineirão e pelo trabalho de mobilidade urbana, que é um exemplo para as demais cidades-sedes da Copa. É uma forma de dizer muito obrigado ao trabalho de Belo Horizonte para a Copa do Mundo”, disse o ministro do Esporte.

Minas Gerais é o estado onde os preparativos para a realização da Copa do Mundo estão mais adiantados. Com previsão de abertura para 21 de dezembro de 2012, o novo Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão) terá capacidade para 64,5 mil torcedores com 100% de visibilidade. Atualmente, 1.300 operários trabalham na obra e 100 máquinas e caminhões trabalham em ritmo acelerado.

O governador Anastasia e a presidente Dilma Rousseff visitaram nesta sexta-feira (16) as obras do Mineirão. A presidente ressaltou, durante a visita, a parceria entre o Governo de Minas e a Prefeitura de Belo Horizonte. “Vi a extraordinária obra feita pelo Governo do Estado e pela prefeitura no sentido de viabilizar, com a parceria de empresários privados, um estádio em um prazo excepcional que vai atender não só à Copa do Mundo, mas também à Copa das Confederações. É, de fato, um dos estádios com tempo de resolução dos mais extraordinários do Brasil”, destacou.

Cerca de 90% da demolição da área externa do Mineirão está concluída para a construção da esplanada, que será um espaço multiuso para atividades de lazer. Na área interna, a demolição foi praticamente concluída. Já tiveram início os trabalhos no estacionamento norte, bem como a produção de pré-moldados para a esplanada fora do canteiro de obras. Todos os novos amortecedores (absorventes dinâmicos TMD) também já foram instalados sob as arquibancadas.

Independência

As obras de modernização do Estádio do Independência estarão concluídas em dezembro deste ano. Estão em andamento a montagem da cobertura, a construção do estacionamento externo, revestimentos internos das paredes e a vedação dos prédios e das arquibancadas. As obras de fundação e contenção dos prédios de serviço e arquibancadas, a montagem da estrutura pré-moldada das arquibancadas e a drenagem do subleito do futuro gramado já estão prontas.

O Independência terá capacidade ampliada de 10 mil para 25 mil pessoas, com seis portões de acesso e estacionamento para 422 vagas. Duas novas torres de serviço vão abrigar bares, lanchonetes e lojas. Serão construídas 18 cabines de imprensa para transmissão dos jogos por rádio e TV e 72 postos de trabalho para imprensa escrita. A área VIP e de camarotes terá capacidade para 2.200 pessoas. O novo gramado terá sistema de drenagem e de irrigação mais eficientes. A nova iluminação vai melhorar a qualidade da transmissão de jogos realizados à noite.

Mobilidade urbana

O Governo de Minas, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, está realizando diversas obras que irão melhorar o transporte e o tráfego na capital. O plano de mobilidade estadual foca em três principais áreas: Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte; infraestrutura de transporte urbano e intermunicipal na região; e acesso aos Centros de Treinamento de Seleções (CTS) e destinos indutores de turismo.

Também está sendo feito um diagnóstico dos principais acessos a destinos turísticos situados num raio de 100 km da capital, para posterior definição de quais trechos deverão ser restaurados. Em Belo Horizonte, o projeto mais importante é a implantação de três BRT (veículo de trânsito rápido) nos corredores das avenidas Antônio Carlos, Pedro I, Cristiano Machado e área Central da capital.

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