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Cemig tem lucro recorde em 2011 e investe em gás

Governo de Minas: Cemig trabalha para para ampliar atuação da Gasmig, empresa também está de olho na expansão do setor hoteleiro.

Cemig planeja fornecer gás natural para residências


Companhia de energia de Minas Gerais teve lucro recorde de R$ 2,4 bilhões no ano passado

Fonte: Gabriel Ferreira – Brasil Econômico

Mesmo tendo batido alguns recordes em 2011, os executivos da Cemig esperam dar novo fôlego aos negócios nos próximos anos. Os diretores da empresa esperam que a subsidiária de exploração e venda de gás natural, a Gasmig, tenha importância cada vez maior a partir de 2012.

Atualmente, apenas clientes industriais têm acesso ao produto. Em breve, os 807 quilômetros da rede de distribuição de gás da empresa devem começar a atender também consumidores residenciais.

Empresa investirá em exploração para atender também à demanda de novos clientes do setor hoteleiro

Além das residências, a Cemig também iniciou obras para atender aos hotéis da região de Poços de Caldas, no interior mineiro. “Hoje só não temos presença forte nesses segmentos porque nossa produção ainda não tem capacidade para atendê-los plenamente”, afirma Luiz Fernando Rolla, diretor financeiro e de relações com os investidores da Cemig.

Para contornar o problema, a empresa vai aumentar os investimento em exploração. No ano passado, o volume investido nessa área foi de R$ 1 milhão. Para 2012, a expectativa é que o valor destinado à exploração chegue a R$ 15 milhões. Em 2011, o volume de gás natural vendido pela Cemig cresceu cerca de 11% em relação ao ano anterior.

Resultados

Não foi só o setor de gás natural que teve um bom crescimento em 2011 para a Cemig. O lucro líquido da empresa chegou aos R$ 2,4 bilhões, valor nunca antes atingido e 7% maior que o de 2010. O volume de vendas, superior aos 70 mil gigawatts-hora também foi recorde, com crescimento de 6%. “Os números são ainda mais expressivos quando pensamos que 2010 já havia sido um ano muito bom para nós”, diz Rolla.

Governo Anastasia: Cemig compra parte da Abengoa

 Governo Anastasia: Cemig – Empresa brasileira fez acordo para levar 50% da parceira espanhola nas concessões da Unisa por U$ 586 milhões.

 

Cemig compra fatia da Abengoa

Cemig está em negociações avançadas com a Abengoa para adquirir a fatia remanescente de 50% em quatro concessões de transmissão de energia no Brasil. A empresa espanhola também anunciou ter firmado acordo para vender a participação à sua parceira no Brasil.

O negócio, por meio da Transmissora Aliança de Energia (Taesa), empresa de transmissão de energia da Cemig, prevê a aquisição do restante das ações detidas pela Abengoa no capital da União de Transmissoras de Energia Elétrica (Unisa). A Unisa, por sua vez, é controladora das transmissoras STE, ATE, ATE II e ATE III.

Em documento ao mercado, a Abengoa informou ter fechado acordo para vender sua participação nas concessões no Brasil para a Cemig por ? 586 milhões, sendo ? 376 milhões equivalentes a ingressos em caixa e os ? 210 milhões restantes a redução da dívida bruta da companhia. A empresa espanhola já havia vendido à Cemig, em junho do ano passado, metade da sua participação nas mesmas quatro concessões.

A operação ainda depende de aprovação de órgãos reguladores no Brasil.

Fonte: Brasil Econômico – Reuteurs

Link para assinantes: http://www.brasileconomico.ig.com.br/assinaturas/epapers.html


Cemig terá participação acionária na Gás Brasiliano Distribuidora, empresa mantida pela Gaspetro

Fonte: Mariana Durão, Sergio torres 0 Estado de S.Paulo

Cemig terá 40% em empresa da Gaspetro

Em negociação sigilosa desenvolvida pela futura presidente da Petrobrás, Graça Foster, a partir do segundo semestre do ano passado, a petroleira, por intermédio da subsidiária Petrobrás Gás (Gaspetro), acertou com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) um acordo que deverá resultar, ainda neste ano, na transferência de 40% do controle acionário da Gás Brasiliano Distribuidora (GBD), com sede em São Bernardo (SP).

Assinado ontem, o acordo prevê novos investimentos na GBD e o ingresso da Cemig no capital social da companhia, integralmente controlada pela Gaspetro. Na futura sociedade, a subsidiária da Petrobrás ficará com 60% da GBD, com a empresa mineira assumindo os demais 40%.

Nem a Petrobrás nem a Cemig, nos respectivos comunicados ao mercado, revelaram os valores para a efetivação do negócio. Em seu comunicado, distribuído pela internet, a Petrobrás informa que a implementação do acordo, “assim como a execução dos contratos resultantes, está sujeita à aprovação dos órgãos reguladores competentes”.

De acordo com a estatal, ainda neste ano deverão ocorrer a conclusão da operação de transferência de parte do controle acionário da Gaspetro e a entrada da Cemig na sociedade.

No fato relevante em que anuncia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a assinatura do acordo de investimentos com a Gaspetro, a Cemig limita-se a comunicar que “manterá seus acionistas e o mercado oportuna e adequadamente informados sobre a conclusão da operação”.

A subsidiária da Petrobrás adquiriu a Gás Brasiliano em maio de 2010 por US$ 250 milhões, mas só em agosto de 2011 o governo de São Paulo aprovou o negócio. Assim que assumiu a empresa, a Gaspetro anunciou que até 2015 deverão ser distribuídos 2,45 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

Em 2010, ao assinar os termos de compra, a distribuição anunciada era de 1,25 milhão de metros cúbicos diários. Na ocasião, a então diretora de Gás e Energia da Petrobrás divulgou o compromisso da empresa com o desenvolvimento local. “Assumimos um compromisso com a Secretaria de Energia do Estado (de São Paulo) para desenvolver a região onde a Gás Brasiliano atua”, disse Graça Foster em evento da Prefeitura de São Bernardo.

Segundo a Petrobrás, o gás natural da GBD será usado na planta de fertilizantes que está sendo construída em Uberaba. Daí a importância da parceria com a Cemig, cuja rede de transporte e distribuição abrange a região.

Cemig está mais próxima da aquisição da portuguesa EDP, empresa mineira está de olho na geração de energia eólica

Gestão Pública, Gestão Eficiente, Gestão Sustentável

Fonte: Ana Maria Gonçalves – Brasil Econômico

Cemig dá um passo à frente pela elétrica EDP

Companhia brasileira aguarda que governo de Minas pague dívida de R$ 5,6 bilhões, o que deve contribuir para a compra

Os candidatos à privatização da EDP intensificaram os contatos com o governo português, acionionistas e membros da gestão da elétrica portuguesa. As empresas procuram aprofundar os conhecimentos sobre a EDP, assim como captar o apoio dos vários atores envolvidos. Estes contatos deverão manter-se até o dia 9 de dezembro, data em que entregarão propostas .

A única empresa que admitiu participar desta movimentação foi a Cemig, apontada pelos analistas financeiros como um dos mais fracos entre os quatro concorrentes à EDP. Da lista fazem ainda parte os alemães da EON e os chineses da Three Gorges Corporation, bem como a Eletrobras, que várias fontes admitem poder vir a aliar-se à Cemig.

O diretor de Finanças e Relações com os Investidores da Cemig, Fernando Rola, confirmou que está em processo de conversação com os gestores da empresa e com o governo português. A Cemig não revela quais os valores em negociação. No entanto,segundo Fernando Rola, o que ajudará a empresa a adquirir os ativos da EDP, caso seja a vencedora, é a decisão do governo de Minas Gerais de saldar a dívida que tem com a empresa estatal desde o fim dos anos 1990.

O governador do Estado mineiro está analisando um pedido de empréstimo destinado a pagar a dívida de R$ 5,6 bilhões (U$ 2,2 bilhões). “Para a Cemig, facilita o financiamento da compra da EDP, não tenho dúvida”, realça o mesmo responsável. “Agora, a questão é que não há sincronia entre os dois eventos”, acrescenta. Segundo Fernando Rola, a companhia está mais interessada nos ativos de distribuição de eletricidade da EDP e o ‘know how’ na energia eólica, que poderia ser mais explorado. “É uma oportunidade de investimento que se encaixa na nossa visão estratégica, não um investimento para se realizar no curto prazo”, afirma.

Rapidez no processo

Com um preço base de US 2,2 bilhões (R$ 5,6 bilhões) para a venda de 21,5% da EDP, a compra promete ser disputada. Até porque o tempo é escasso, já que o governo português quer fechar o negócio até ao final do ano, embora admita que a conclusão se estenda para o início de 2012. Além das condições impostas no caderno de encargos, o governo português tem demonstrado aos candidatos que vê com bons olhos outro tipo de sinergia que permita alavancar a economia nacional.

A contribuição para o reforço da estabilidade acionária da EDP será o preço e a quantidade de ações a serem adquiridas pelos candidatos à privatização, um dos 11 critérios de seleção dos candidatos. A apresentação de um projeto industrial adequado para a sociedade, visando o reforço da coesão estratégica e competitividade do respectivo grupo e à criação de valor, por meio do desenvolvimento e crescimento nos mercados nacional e internacional, são outros pontos de destaque.

EDP
Companhia vale cerca de R$5,6 bilhões

A parcela máxima de capital que o Estado vai colocar à venda é de 21,5% da companhia. Nas mãos públicas ficam apenas cerca de 4% do capital, cujo total é estimado em ? 2,2 bilhões, protegidos de uma emissão de ações.

Gestão ambiental: Cemig é destaque nacional em busca de soluções de energia renovável

Gestão Pública, Eficiência Energética, economia verde

Fonte: Martha San Juan França – Brasil Econômico

ECONOMIA VERDE E GESTÃO AMBIENTAL

Fontes renováveis de energia, produtos e processos mais eficientes e aproveitamento de resíduos são prioridade mundial

Na corrida global por desenvolvimento científico e ampliação de investimentos ligados à economia de baixo carbono ou economia verde, algumas empresas andam mais rápido. Avaliam e controlam os impactos ambientais de seus processos produtivos e implementam programas de melhoria voltados para produtos mais eficientes, que usam menos recursos naturais. Seguem uma tendência mundial, como constata o relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) “Rumo a uma Economia Verde: Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza”. O relatório aponta setores como energias renováveis e tecnologias limpas considerados prioritários para a promoção da sustentabilidade que vai do local para o global.

No Brasil, crescem iniciativas relacionadas a energias renováveis, um setor chave para o desenvolvimento de outras atividades econômicas, como transporte, construção civil e indústria. Destaca- se o trabalho da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que colocou como meta o desenvolvimento de tecnologias alternativas de geração e eficiência energética, além da criação de dispositivos voltados para melhorias do sistema elétrico. A empresa explora, por exemplo, o gás do aterro sanitário da BR-40 onde foi instalada uma estação de aproveitamento de biogás. Outro exemplo é o trabalho no município de Sete Lagoas, que sedia o programa de redes inteligentes.

O uso de fontes alternativas de energia levou a Sabesp a realizar um programa de reciclagem de óleo de fritura que também contribuiu para desobstruir esgotos e evitar a poluição da água. Outras iniciativas da companhia visam evitar o desperdício com a troca de equipamentos e medidores mais modernos e o aproveitamento de água de reúso para fins industriais. A necessidade de buscar tecnologias alternativas a fim de reduzir as emissões de gases do efeito estufa levou a Toyota a lançar o Prius, cujo sistema híbrido foi um marco para o setor. No Brasil, o lançamento ocorreu na Costa dos Corais, uma área de proteção ambiental apoiada pela Fundação Toyota.

Outro grupo que desenvolve dezenas de programas de proteção ambiental por meio de sua fundação é o Boticário. O grupo incorporou a ideia da sustentabilidade na sua gestão e no impacto de seus produtos antes de se decidir por lançá-los. A Whirlpool, por sua vez, se destaca pelo desenvolvimento de processos produtivos mais limpos e em produtos eficientes, como eletrodomésticos que economizam energia e água.

A Tetra Pak investiu na tecnologia de reciclagem de embalagens, que é executada por 30 empresas que utilizam seus produtos, gerando emprego e renda para cooperativas de catadores em todo o país.

Cemig vai encaminhar proposta para compra da Portugal EDP

Energia eficiente, gestão eficiente, energia eólica

Fonte: Marcos de Moura e Souza – Valor Econômico

Cemig entrega proposta pela EDP em dezembro

A Cemig deve apresentar em um mês uma proposta final pela compra de uma fatia da empresa de energia de Portugal EDP. A estatal mineira encaminhou há algumas semanas uma carta manifestando seu interesse.

“Até o fim dezembro, temos de formular uma proposta vinculante”, disse ontem o diretor de Finanças e Relações com Investidores da Cemig, Luiz Fernando Rolla. A proposta vinculante é uma oferta de compra concreta com o valor final que a Cemig está disposta a desembolsar.

“Estamos em um processo de conversações com os gestores da empresa e com o governo português”, disse Rolla durante encontro com jornalistas em Belo Horizonte, quando comentou os resultados daestatal mineira no terceiro trimestre. Pressionado por um programa de ajuste fiscal, o governo de Portugal quer encerrar esse processo de venda da EDP ainda este ano.

Antes de formalizar a proposta final, a Cemig deve apresentar, no início de dezembro, a Lisboa uma proposta chamada de não vinculante – ainda passível de revisões, disse a assessoria da empresa.

A Cemig não informa quais são as cifras da negociação. Mas, segundo Rolla, o que ajudará a empresa a adquirir os ativos da EDP – se sua proposta for escolhida – é a decisão do governo de Minas Gerais de quitar dívida que tem com a estatal desde o fim dos anos 90.

Como informou o Valor na edição do dia 14, o governo de Antônio Anastasia (PSDB) está abrindo um processo para chamar bancos estrangeiros para discutir um empréstimo que permita que o Estado pague a dívida que tem com a Cemig. A dívida está hoje em R$ 5,6 bilhões.

“Para a Cemig, [a quitação da dívida] facilita no financiamento da compra da EDP, não tenha dúvida”, disse Rolla. “Agora, a questão é que não há sincronia entre os dois eventos”, a proposta de compra da EDP e a quitação da dívida por parte do Estado mineiro.

A Cemig, segundo o executivo, se interessa pela EDP por causa dos ativos que a empresa tem no Brasil no segmento de distribuição e também por seu conhecimento em energia eólica, que poderia ser mais bem explorado no país. “É uma oportunidade de investimento que se encaixa na nossa visão estratégica, não um investimento para se realizar no curto prazo, como foi com a Light e com a Taesa “, disse Rolla, durante teleconferência com investidores pela manhã.

A Cemig voltou a criticar ontem a decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de reduzir a remuneração das distribuidoras de energia. O chamado terceiro ciclo de revisão tarifária foi aprovado pela diretoria da agência na semana passada e prevê uma redução da taxa de remuneração do capital investido pelas concessionárias de 9,95% para 7,5%.

“A redução da remuneração impacta na questão dos investimentos. Nós vamos atravessar uma fase complicada, porque há uma série de investimentos que vão ser feitos para a Copa e uma redução na disponibilidade dos recursos para investir é muito preocupante”, disse Rolla.

A Cemig teve um lucro líquido consolidado de R$ 657,2 milhões no terceiro trimestre, uma ligeira redução de 0,37% em relação ao mesmo período do ano passado. O que pesou no resultado foi um prejuízo financeiro de R$ 293,7 milhões (75,7% maior que o registrado no terceiro trimestre de 2011. O aumento se deveu a empréstimos e financiamentos e a perdas com a variação cambial.

A receita operacional líquida teve alta de 10,7%, indo a R$ 4,4 bilhões e a geração de caixa da empresa cresceu 21%, fechando o trimestre em R$ 1,5 bilhão.

Cemig e Light concluem aquisição de parte da sociedade que vai participar da construção de Belo Bonte

Novos negócios

Fonte: Josette Goulart – Valor Econômico

Investimento de Belo Monte já alcança R$ 28 bi

O número oficial dos investimentos na usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, já é da ordem de R$ 28 bilhões, corrigidos pela inflação medida pelo IPCA. Ontem, pela primeira vez, números mais detalhados sobre o empreendimento foram divulgados oficialmente ao mercado de capitais. A responsável pela abertura de dados foi a Cemig, junto com sua controlada Light, ambas recém agregadas à sociedade Norte Energia e que informaram que o valor do investimento com números de abril de 2010 atinge R$ 25,8 bilhões. As duas companhias esperam ter um retorno real de 10% com o investimento na usina.

O diretor financeiro da Cemig, Luiz Fernando Rolla, disse em teleconferência com investidores que a decisão de entrar agora no empreendimento se deveu a uma série de fatores que mitigaram os riscos de construção e também a melhora das condições de financiamento. Além disso, a maior parte dos custos já está fixada, além de a receita estar garantida. Mesmo os 30% da energia que ficou disponível para o mercado livre e autoprodutores já têm receita mínima.

Levando em conta os R$ 78,00 a que foram vendidos os 70% da energia assegurada para o mercado cativo, a média do preço da energia de Belo Monte ficou em R$ 100 o MWh, segundo Rolla. Os 20% para o mercado livre ficaram em R$ 130 o MWh com garantia de compra pelo prazo da concessão pela Eletrobras. Com isso, alguns agentes do mercado estimam que o preço dos 10% da energia para a Vale e a Sinobras, que são os autoprodutores, seja de R$ 112 o MWh.

Os retornos apresentados pela Cemig são só expectativas porque as condições gerais do financiamento do BNDES ainda não foram fechadas. A empresa informou que o banco deve financiar 80% do empreendimento. Os outros sócios de Belo Monte esperam que com a saída das pequenas construtoras e a entrada da Cemig as condições do restante do financiamento seja melhorada, já que a estatal junto com a Light têm melhor risco de crédito.

Outro ponto que pode alterar a taxa de retorno é o risco de escavação do canal que liga as duas casas de força da usina. A contratação das construtoras para essa parte foi feita por meio de preço unitário. O diretor da Cemig, Fernando Schuffner, disse, entretanto que estes riscos estão bem menores do que aqueles percebidos na época do leilão em função do grande números de novos estudos realizados na região. Os executivos estão otimistas, inclusive, quanto a uma possível melhora no retorno. Rolla disse ainda que o motivo de entrar na usina foi que o retorno esperado é melhor do que o de novas usinas que tiveram energia vendida nos últimos leilões.

A Cemig entrou no projeto junto com a Light por meio de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) chamada Amazônia Energia em que a Light tem 51% das ações ordinárias para manter o controle privado. Do capital total da Amazônia Energia, a Cemig terá 75%. O investimento da empresa será de R$ 600 milhões, valores de abril de 2010, por seis anos. Como a primeira turbina entra em operação em 2017, os outros três anos de investimento podem ser feitos com o caixa da própria usina. As explicações da Cemig agradaram o mercado e as ações da empresa tiveram a maior alta do IBovespa ontem, com 4% de valorização.

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