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Archive for the ‘Aécio Gestão Pública’ Category

Governo de Minas: humanização do sistema carcerário

Trabalho iniciado na gestão Aécio Neves quebrou paradgmas e inovou na relação com os detentos – modelo é considerado referência nacional.

Humanização do sistema carcerário, aprendendo no amor

Fonte: Artigo do deputado estadual Rômulo Viegas

No momento vivido no país em função do estouro do consumo de drogas, com uma sociedade refém da ineficiência do governo brasileiro em sair do discurso e entrar na prática da humanização do sistema carcerário brasileiro, o que se assiste como “estratégia de segurança” é a repressão passando por cima de direitos humanos, a intolerância frente ao erro, o aumento do poder bélico e de morte das polícias e, até mesmo, a defesa da pena de morte para todo e qualquer pessoa que cometa um delito.

Isso é reflexo de um país onde o senso comum da população é influenciado pelos exemplos de impunidade, a sensação constante de insegurança e um sistema carcerário que mais se assemelha a um conjunto de masmorras; transformando pecadores que poderiam se arrepender do caminho errado em máquinas de rancor, ódio e violência sem fim.

Porém, essa lógica da lei de talião – “olho por olho, dente por dente”- só tende a trazer mais insegurança. E faz com que o debate sobre a humanização do sistema carcerário seja renegado ao segundo plano.

Deixando de ser visto como a chave para a quebra do ciclo sem fim de violência.

Em Minas Gerais, o governo estadual optou por ser ousado e, nos últimos nove anos, a humanização do sistema carcerário passou a integrar o rol das políticas prioritárias na área social.

Quem por aqui viveu ao final do século XX, lembra dos verdadeiros depósitos humanos e caldeirões de ódio que eram as cadeias e os presídios superlotados de Minas Gerais, com cirandas da morte e rebeliões semanais.

Logo no início do governo do ex-governador Aécio Neves, o Governo de Minas quebra paradigmas e inova na forma com que trataria os detentos sob sua tutela.

As masmorras das cadeias foram desativadas; o número de vagas no sistema prisional preparava um crescimento que hoje se consolida em 460%, em 120 unidades prisionais e em Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (Apacs).

O governo estadual também investiu em oficinas e parcerias com a iniciativa privada para que cerca de 8.700 presos estejam trabalhando, tirando-os do ócio e lhe assegurando benefícios.

A experiência de humanização da Apac da cidade de Itaúna, no Centro-Oeste, de iniciativa isolada, foi alçada a referência nacional.

Hoje, é uma realidade em todo o Estado ao receber o apoio financeiro do governo atual. Oferece 2.100 vagas onde não há policiais ou agentes penitenciários. As celas ficam destrancadas e os detentos são identificados apenas por um crachá e têm permissão para trabalhar for a do prédio.

Outra experiência que se tornou exemplo de Minas Gerais para o Brasil foi a construção do Centro de Referência da Gestante Privada de Liberdade, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A cadeia cor-de-rosa, como ficou conhecida, dedicada a recuperandas grávidas ou com filhos de até um ano de idade, também foi uma inovação e emocionou todo o país.

Até mesmo as tornozeleiras eletrônicas, utilizada para monitorar condenados por crimes de pequeno potencial em regime aberto ou semiaberto, possibilitando que já se reinserissem no convívio com a sociedade, contribuiu para humanizar e desafogar o sistema carcerário em Minas Gerais.

Enfim, hoje, os efeitos da epidemia das drogas, principalmente do crack, e o despreparo do governo federal para controlá-la provocam uma explosão da violência no Brasil. E pior do que isso, o desespero da sociedade.

Mesmo neste cenário, é preciso retomar o debate sobre experiências bem sucedidas de humanização do sistema carcerário, como o exemplo de política pública que Minas Gerais aplica há quase dez anos. É urgente neste momento de falta de esperança e tendência pela volta do ciclo da violência pela violência.

Chegou o momento de relembrar dos ensinamentos de nossos experientes pais que, no convívio familiar, já nos ensinavam que, para crescer na vida, existem duas formas de aprendizados: no amor ou na dor.

Deputado estadual Rômulo Viegas (PSDB-MG), membro da comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Antonio Anastasia: governador critica concentração do Governo do PT

Anastasia: governador diz que União não respeita a autonomia dos estados e apoia novo pacto federativo defendido pelo senador Aécio Neves.

Anastasia cobra pacto real

Para governador, peso da União e desrespeito à autonomia imobilizam as unidades da federação

Fonte: Amanda Almeida – Estado de Minas

governador Antonio Anastasia (PSDB) disparou ontem críticas à concentração de decisões nas mãos dos poderes da União (Executivo, Legislativo e Judiciário). Em palestra a empresários na Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), ele disse que a federação brasileira se tornou “figura retórica” e que, como consequência, os estados precisam usar instrumentos “nocivos” para se defender, como a chamada guerra fiscal. Apesar de negar em entrevista ter endurecido o discurso contra o governo federal, o tucano citou veladamente recente decisão da presidente Dilma Rousseff (PT).

Para Anastasia, o sentimento de que a esfera federal não respeita a autonomia dos estados é compartilhado por outros governadores. “Estados e municípios estão de pés e mãos atados. Meias e amarras extremamente rígidas impedem a adoção de políticas próprias”, definiu o tucano. O governador deu exemplos de ações da União que, para ele, enfraqueceram os estados. Além de citar reclamações antigas, como a concentração tributária, o tucano acrescentou à lista decisões recentes.

“A esfera federal agora decidiu dispor sobre remuneração dos servidores dos estados”, comentou. No fim de fevereiro, o Ministério da Educação anunciou um aumento de 22,22% no piso salarial dos professores. Segundo levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o reajuste deve custar cerca de R$ 7 bilhões aos cofres das prefeituras e governos estaduais, entre gastos com salários de docentes, contratação de novos professores e reajuste da pensão dos servidores aposentados.

Apesar da crítica, Anastasia disse que não subiu o tom em relação ao governo federal e apenas mantém o “discurso pela federação”. “Esse quadro, justiça seja feita, não é decorrência do atual governo ou dos anteriores. Na realidade, é uma soma de ações, atos, interpretações e princípios que a esfera federal – a incluir Executivo, Legislativo e Judiciário – tem realizado em relação aos estados desde a promulgação da Constituição.”

Também como exemplo, o governador destacou a crescente dívida dos estados com a União. Os governadores negociam com a presidente a mudança do índice que incide sobre o passivo. Ontem, deputados estaduais mineiros participaram de audiência pública sobre o assunto na Assembleia Legislativa do Espírito Santo.

Um novo pacto federativo era uma das principais reivindicações do senador Aécio Neves (PSDB), quando estava à frente do governo de MinasAnastasia disse que, nos próximos dias, vai entregar à presidente o Agenda Minas, um documento que detalha as principais carências do estado, sob responsabilidade do governo federal.

Link da matéria: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/03/28/interna_politica,285823/anastasia-critica-concentracao-de-poderes-na-uniao.shtml

Governo Anastasia: Gasmig em expansão

Governo Anastasia: Gasmig – O plano da empresa é que até 2014 pelo menos outras 30 cidades passem a contar com o fornecimento de gás.

Gasmig avança plano de interiorização

Fonte: Marcos de Moura e Souza – Valor Econômico

Os primeiros caminhões com gás natural para abastecer empresas no interior de Minas Gerais devem começar a rodar no início do segundo semestre. O combustível será fornecido pela Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) que hoje atende a apenas cerca de 30 cidades do Estado por meio de sua rede de gasodutos.

O plano da empresa é que até 2014 pelo menos outras 30 cidades passem a contar com o fornecimento de gás. Nenhuma delas terá gasoduto na porta de seus consumidores. O gás será transportado, compactado ou liquefeito, em caminhões-tanque.

A iniciativa faz parte do esforço da Gasmig de ampliar a base de clientes. Além da interiorização, a empresa faz campanha para convencer os mineiros a converterem seus carros para usar gás natural veicular (GNV). E,com atraso, vai passar a vender gás encanado para residências. É a última das grandes empresas de gás do país ainda sem gás residencial.

Hoje, mais 90% dos consumidores do combustível são clientes industriais. No ano passado, ela conseguiu evitar dos efeitos da desaceleração do setor manufatureiro que afeta Minas e todo o Brasil por causa da entrada em operação de um gasoduto que passou a abastecer o Vale do Aço, onde empresas como ArcelorMittal, Usiminas e Cenibra. Com isso, a Gasmig aumentou em 52% do volume vendido (batendo o recorde de 1 bilhão de metros cúbicos por ano) em 2011 e aumentou em 31% do faturamento (batendo também a marca do R$ 1 bilhão). Este ano, sem nenhum outro novo sendo inaugurado, a previsão é que o faturamento cresça entre 5% a 6%.

Os clientes da Gasmig estão concentrados na região do Vale do Aço (que já representa 41% do gás vendido por ela) e na região metropolitana de Belo Horizonte (45%). “O projeto de levar o gás para outras cidades é importante para que possamos abrir novas fronteiras e atender a esse mercado no interior de Minas Gerais que ainda não tem a opção do gás”, diz Noman, que está há pouco mais de um ano no comando da Gasmig. Antes, foi por duas vezes secretário de governo durante os mandatos de Aécio Neves.

Gasmig é uma sociedade anônima controlada direta e indiretamente pelo Estado de Minas: a estatal de energia Cemig detém 55,2% das ações; a Petrobras Gás (Gaspetro); 40%, o Estado de Minas; 4,38%; e o município de Belo Horizonte, 0,43%.

Todo o gás vem do Rio de Janeiro. A Cemig é uma das empresas que faz prospecções em busca de gás no vale do Rio São Francisco.

Noman diz que já tem estimativas sobre o tamanho da demanda não atendida por gás no Estado. “Mapeamos o mercado de indústrias que querem gás. Eu já tenho hoje mapeado quase 1 milhão de metros cúbicos por dia de demanda não atendida”, disse Noman. É quase um terço do que a Gasmig pretende comercializar este ano: 3,4 milhões de metros cúbicos por dia, ante os 2,9 milhões de metros cúbicos do ano passado.

As primeiras cidades a receberem gás natural por caminhão prometido para o segundo semestre são Ipatinga e Governador Valadares e em seguida Pouso Alegre, segundo Noman. Em Montes Claros, cidade mais norte de Minas que tem atraído investimentos e novas fábricas, o combustível, segundo o executivo, deve chegar no fim do ano ou no início de 2013.

“Vamos abastecer essas primeiras quatro cidades primeiramente com gás comprimido (GNC) ou com gás liquefeito (GNL) comprado de Paulínia (SP)”, informou Noman. “Depende de quem ganhar a concorrência que já está aberta. Estou contratando uma empresa para comprimir, transportar e me entregar o gás lá para que eu o coloque na rede.”

Segundo o executivo, transportar gás por caminhão poderá ser uma fórmula temporária no processo de interiorização. “Depois que essa demanda [no interior] for toda testada, quando tiver postos com GNV, residências consumindo, esse mercado começa a crescer e aí viabiliza um gasoduto.”

Mas antes disso, há questões ainda em aberto. Onde a Gasmig descomprimirá o GNC ou onde regaseificará uma eventual carga de GNL? Noman não dá detalhes. Diz apenas que esses não são processos complexos, que a empresa está em fase de obter licenças para futuras instalações. Diz também que o modelo a ser implementado ainda será apresentado aos acionistas. Noman afirmou ainda que não tem claro quanto custará a empresa o transporte de gás para o interior nessa primeira fase. Os R$ 100 milhões reservados para investimento este ano cobrirão obras com gás de rua em Belo Horizonte e com pequenos ramais dos 800 km de gasoduto da empresa.

Link da matéria: http://www.valor.com.br/empresas/2590680/gasmig-avanca-plano-de-interiorizacao


Aécio Neves: artigo do senador ganha comentário de João Leite

Aécio Neves: senador – para o deputado estadual do PSDB, ex-governador de Minas reafirmou em artigo compromisso com a transformação do país.

 

Senador Aécio Neves e o futuro 

Senador Aécio Neves fala da necessidade de se investir em ciência e inovação

Artigo do deputado estadual João Leite (PSDB-MG)

O artigo do senador Aécio Neves, na edição desta segunda-feira na Folha São Paulo, surge num momento oportuno e ao mesmo tempo preocupante para o futuro do país.

Infelizmente, há anos, o que se constata é uma diferença grande de ritmos de crescimento entre os países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Enquanto a Índia, por exemplo, é a segunda economia que mais avança no mundo, acumulando crescimentos anuais de até 8%, o Brasil segue no dilema dos cortes de investimentos públicos para terminar os anos, ao menos, acima do vexame de taxas de desaceleração da economia.

E quando se olha para a mesma Índia, nos dias de hoje, se vê rapidamente o que a difere do Brasil: o país asiático está avançando para se transformar num novo polo de conhecimento e inovação tecnológica do mundo.

Esta diferença visível entre Brasil e Índia, além de remeter ao artigo de ontem do senador Aécio Neves, também remete ao discurso e às ações referentes à tecnologia, pesquisa científica e inovação que ele colocou em prática ao se tornar governador de Minas Gerais em 2003.

Mais do que o alerta que ele já fazia àquela época – de que o mundo iria se dividir entre os países que produziam o conhecimento e os que dependiam dele -, Aécio Neves foi o primeiro governador a cumprir a Constituição Mineira e determinou a aplicação de no mínimo 1% da receita líquida do ICMS em pesquisas científicas via a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Ao contrário dos cortes no âmbito federal, em Minas Gerais, nos governos de Aécio Neves e Antonio Anastasia, os investimentos em pesquisa científica, via Fapemig, aumentaram 11 vezes de 2003 a 2011, chegando a R$ 300 milhões/ano.

A preocupação do senador Aécio Neves em investir em tecnologia e conhecimento também trouxe frutos para a saúde de Minas Gerais e até do Brasil. Um exemplo foi a transformação da Fundação Ezequiel Dias (Funed) em um dos mais importantes laboratórios públicos do país.

Fruto do investimento no trabalho de seus pesquisadores, a Funed elevou o Brasil ao grupo seleto de países que produz o Tenofovir, medicamento usado por portadores do vírus da AIDS. No ano passado, o laboratório público do Governo de Minas entregou ao Ministério da Saúde 28 milhões de comprimidos do medicamento que beneficiaram 30 mil pacientes em todo o país.

Também foi o laboratório mineiro que garantiu que 100% da demanda do Ministério da Saúde por vacina contra a meningite C fosse atendida. A Funed repassou seis milhões de doses para aplicar em crianças de até dois anos de idade.

E no momento em que o governo federal anuncia novos cortes em pesquisa científica, o Governo de Minas mantém sua diretriz em sentido contrário. Desta vez, envolvendo também o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), ao criar uma linha de financiamento de R$ 100 milhões para empresas inovadoras que cresceram com o apoio da Fapemig e se preparam para alçar voos mais ousados no mercado da produção científica e da inovação tecnológica.

Com esta medida, Minas Gerais é o primeiro estado no Brasil a criar um aporte financeiro capaz de dar fôlego financeiro às empresas que, em um primeiro momento, eram apenas “boas ideias”.

Assim como já alertava e realizava ações efetivas e concretas à frente do Governo de Minas há nove anos, no seu artigo da Folha S. Paulo, o senador Aécio Neves reafirma o seu compromisso com a transformação e o avanço do país. Pena que esse compromisso não seja partilhado por mais gente.

Prévias fortalece PSDB em São Paulo

O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, acredita que a candidatura de Serra, à prefeitura de São Paulo, pode ajudar a pacificar o partido.

Para Guerra, decisão paulistana fortalece projeções do partido

Fonte: Raymundo Costa – Valor Econômico

A candidatura de José Serra a prefeito de São Paulo deu um novo ânimo ao PSDB e às oposições, ameaçadas de perder, em conjunto, cerca de mil prefeituras nas próximas eleições municipais, segundo projeções preliminares feitas nesses partidos. “O problema do PSDB era não ser competitivo em São Paulo, pois, em geral, estamos bem resolvidos em todo o país”, diz o presidente nacional tucano, deputado Sérgio Guerra (PE).

O PSDB espera crescer sobretudo nos oito Estados governados por tucanos: São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Goiás, Alagoas, Pará, Tocantins e Roraima. Nas avaliações do PSDB, o PT e o PSB são os dois partidos da base aliada que mais devem crescer, sobretudo em cima dos partidos da base aliada, como o PMDB. Um fato que pode provocar uma reestruturação na relação de forças partidárias em nível nacional. Um pouco maior ou menor, o PSDB continuará sendo a alternativa de poder ao PT, na opinião de Sérgio Guerra.

São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, é o principal reduto eleitoral dos tucanos, sobretudo depois de 2004, quando o PSDB desbancou o PT da prefeitura da capital – o atual prefeito, Gilberto Kassab, é aliado de Serra mas considera a administração da cidade, nas gestões dele e de Serra, uma coisa só. O risco, agora, era o PSDB entrar na eleição de São Paulo com um candidato sem condições de ameaçar a chapa que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está montando justamente para desalojar os tucanos de sua principal base eleitoral, tendo à frente o ex-ministro Fernando Haddad.

Na opinião de Sérgio Guerra, a candidatura de José Serra surpreendeu o PT, tanto que o partido preferiu apostar na formação de um novo nome para a competição. Com Serra, ex-prefeito, governador e candidato derrotado em duas eleições presidenciais, o presidente do PSDB acredita que a tendência da candidatura Fernando Haddad é de “isolamento” – PSB e PCdoB, por exemplo, integram a base governista nacional do PT, mas não são peças certas na composição da chapa de Fernando Haddad.

Guerra também acredita que a candidatura de Serra pode ajudar a pacificar o partido. “A candidatura do Serra é necessária para o PSDB de São Paulo e é necessária para o PSDB de todo o país”, afirmou o presidente do PSDB. Guerra é reconhecidamente um aliado da candidatura do senador Aécio Neves (MG) a presidente da República, em 2014, mas também dúvida que o PSDB pareceria um partido menor, se não se apresentasse um nome de peso nacional em São Paulo – isso sem emitir nenhum juízo de valor sobre os demais candidatos às prévias.

O PSDB espera chegar em 2014 com pelo menos 80% do cadastro de filiados do partido em ordem, a fim de que os tucanos possam realizar prévias efetivamente representativas. Ele nega que a direção nacional esteja pensando em antecipar a prévia para a indicação do candidato presidencial para o primeiro semestre de 2013, o que os aliados de Serra consideram que seria um golpe para neutralizar qualquer veleidade do tucano em disputar novamente no Palácio do Planalto em 2014. Se for eleito em outubro, ele mal terá se instalado na cadeira de prefeito, no primeiro semestre de 2013.

Guerra acha que a eleição de outubro terá um caráter marcadamente municipal e nem terá influência no resultado da eleição presidencial, dois anos depois. “Elas não são relevantes para a eleição de governador e de presidente da República”, diz. São inúmeros os exemplos de governadores que perderam a eleição mesmo tendo a maioria dos prefeitos. A influência de 2012, segundo o presidente tucano, será no desempenho do partido nas eleições proporcionais: quanto mais prefeitos e vereadores o partido eleger, maior pode ser o tamanho da bancada de deputados federais.

O tamanho da bancada federal dos partidos é o que determina, segundo a legislação eleitoral, o tempo de rádio e televisão que cada sigla terá no horário eleitoral gratuito e seu percentual do fundo partidário. São dois dos principais fatores para o crescimento de um partido.

Nas avaliações feitas pelo PSDB, na região Sul o partido deve permanecer mais ou menos como está no Rio Grande do Sul, diminuir em Santa Catarina e crescer no Paraná. O problema em Santa Catarina é que os tucanos perderam gente para o PSD do prefeito Gilberto Kassab.

No Sudeste, a expectativa também é de crescimento em Minas Gerais (cerca de mais 40 prefeitos), São Paulo (mais ou menos 10 a mais) e no Espírito Santo (cerca de 10). Nesses três Estados, o PSDB entra com candidatos competitivos na capitais, muito embora em Minas o nome seja o do atual prefeito, Marcio Lacerda, que é do PSB. Na região, o Rio de Janeiro continua sendo o calcanhar de aquiles do PSDB.

No Centro-Oeste a projeção é de crescimento em Goiás, governado por um tucano, no Tocantins e nos dois Mato Grosso. No Nordeste, existe uma aposta na aliança com o DFM de Antonio Carlos Magalhães Neto (ACM Neto), na Bahia, ou a candidatura própria de Antonio Imbassahy. As oposições estão um pouco mais confiantes em Salvador, por causa do bom desempenho na pesquisa de ACM Neto e de Imbassahy.

Em Pernambuco, outro colégio eleitoral importante, as melhores chances estão no entorno de Recife. Se João Alves conseguir passar ileso de uma denúncia de crime eleitoral, é favorito em Aracaju (SER). Espera também ficar com a prefeitura de Teresina, onde sempre foi forte. No Norte, aposta em Belém, capital do Pará, Estado governado pelo partido.

Link da matéria: http://www.valor.com.br/politica/2586634/para-guerra-decisao-paulistana-fortalece-projecoes-do-partido

Aécio Neves: senador defende a inovação, ciência e tecnologia

Aécio Neves: senador em artigo comenta manifesto em favor da inovação e tecnologia. Aécio critica Governo Dilma por cortar verbas do setor.

Futuro

Aécio Neves

Fonte: Opinião – Folha de S.Paulo

A comunidade científica e lideranças empresariais se reuniram para divulgar, dias atrás, um alerta à nação. “Em Defesa da Ciência, da Tecnologia e da Inovação” é o título do manifesto. Trata-se de protesto público, clamoroso, contra os sistemáticos cortes que o governo federal vem impondo à área de pesquisa, no que diz respeito ao orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

O documento denuncia ainda que os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) vêm sofrendo contingenciamentos regulares. Em outras palavras: ou são congelados ou são dirigidos para outras áreas. “O desenvolvimento científico e tecnológico do país não pode ser comprometido”, diz o documento.

Não pedem muito os signatários. Apelam à presidente Dilma que restabeleça a proposta original, de R$ 6,7 bilhões para o orçamento de 2012 do ministério (o corte decretado chega a R$ 1,5 bilhão) e que preserve os recursos do FNDCT. O que setores importantes da sociedade reivindicam é que o governo perceba a gravidade da ameaça que paira sobre o país.

Governos responsáveis precisam estar comprometidos com o amanhã. A responsabilidade de uma administração não se limita ao período para o qual um governo foi eleito.

Todo governante precisa considerar o futuro como parte dos seus compromissos. Ele não nasce do acaso. Bases seguras para o desenvolvimento não se restringem a investimentos em infraestrutura. É fundamental o investimento em capital humano. Inovação é o novo nome do nosso tempo.

Subscrevem a petição tanto a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), quanto a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as federações estaduais de Bahia, Minas, Paraná, Rio e São Paulo, assim como a Academia Brasileira de Ciências, a Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) e a Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (Protec).

Está claro, portanto, que não se trata da defesa de vantagens corporativas, mas, sim, de uma questão de amplo interesse nacional. A indústria assumiu essa posição porque entende a importância da pesquisa científica e da criatividade no ambiente altamente competitivo de uma economia globalizada. Pesquisadores se mobilizam em torno dessa cobrança porque sabem que a tecnologia e o conhecimento são a porta de entrada no novo mundo que se organiza.

Ao cortar verbas do setor, o governo Dilma ignora a dimensão do desafio que se apresenta para o país e o esforço heroico de brasileiros e instituições em que a inteligência e a imaginação teimam em resistir. Resistem em nome do Brasil que somos e do Brasil que ousamos querer ser.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Link para assinantes: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/33463-futuro.shtml

Aécio Neves: líder da oposição visita o Acre

Aécio Neves: lider da oposição – No Acre senador critica ausência de políticas públicas que levem a um projeto de desenvolvimento nacional.

Senador cobrou uma política de investimentos específica para a região

O senador Aécio Neves (PSDB/MG) participou de encontro com lideranças políticas no estado do Acre, nesta quinta-feira (22/03). Segundo Aécio, o Acre e a região da Amazônia merecem uma política dirigida de investimentos por parte do governo federal.

Aécio Neves criticou a ausência de políticas públicas que levem a um projeto de desenvolvimento nacional. O senador também destacou a omissão do governo federal nas áreas de saúde, educação, segurança pública e infraestrutura.

“Temos que deixar claro aquilo que nos diferencia daqueles que estão no governo. O que o governo federal pode fazer na questão da saúde, na qual vem se omitindo, na área de segurança, sobretudo na questão das fronteiras, como está a educação pública no País, assim como as obras de infraestrutura necessárias a um vigoroso projeto de desenvolvimento do País”, disse.

O senador Aécio enfatizou que o Acre e a região Norte merecem atenção especial dos brasileiros. Segundo ele, essa percepção o acompanha há 27 anos, quando esteve no estado ao lado do seu avô Tancredo Neves.

“Estive aqui, há 27 anos, na companhia do meu avô, Tancredo Neves, então candidato à Presidência pelo Colégio Eleitoral. Lembro de um comício que aqui fizemos, desde aquele momento percebia a atenção especial que essa região precisava ter e ainda não teve. Tenho tido o privilégio de conviver no Congresso com parlamentares que têm me ensinado cada dia mais sobre o Acre e sobre a região. O deputado Márcio Bittar, meu companheiro de partido, meu colega, senador Sérgio Petecão, o companheiro Tião Bocalon. Enfim, uma série de companheiros que têm dito sobre a importância de estar no Acre não só para falar sobre o Brasil e ouvir o que os companheiros da região.”

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

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