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Artigo Caio Nárcio: Cresce o PIB, mas os investimentos nas necessidades do povo brasileiro… e agora, Dilma?


Fonte: Artigo de Caio Nárcio – presidente da juventude do PSDB-MG

Somos a sexta economia do mundo. E agora, Dilma?

Nem sempre os números dizem a verdade – e nas mãos de quem vive de fazer publicidade, ou de uma bela embalagem – os números podem ser um perigo. E agora, José?

No final do ano o  governo noticiou com orgulho que o Brasil ascenderá à sexta maior economia do planeta, deixando pra trás o poderoso Reino Unido. Que boa notícia! Devemos, sim, ficar felizes. Mas esta felicidade não pode nos embebecer de tal modo a nos deixar cegos.

Crescemos! Crescemos no fazer propaganda, no prometer e não cumprir, na queda de ministros, no esquecimento dos mais necessitados – quantos brasileiros vivem em situação de verdadeira miséria? Crescemos na infraestrutura? Crescemos na qualidade de atendimento à saúde? Crescemos na distribuição de renda? Crescemos no bom serviço público prestado aos cidadãos?

Se fóssemos o sexto país do mundo que mais investe em educação, saúde, transporte, meio ambiente, moradia… Aí sim teríamos que  comemorar como se fóssemos heptacampeão numa final no Maracanã.

Cresce o PIB, mas os investimentos nas necessidades do povo brasileiro… e agora, Dilma?

Contudo, como o senador Aécio Neves cita, temos de ser cautelosos ao comemorar a ascensão da economia brasileira. Não adianta termos a sexta maior economia do mundo se a nossa renda per capita, na verdade, é apenas a 47ª do mundo. É superestimar, é ser ufanista em demasia!

A mania da oposição de criar programas sociais e vangloriar-se por isso é a prova de que o governo tenta cegar a população. Tirando como base dados do IBGE, vemos com clareza que os programas implantados pelo governo não ajudaram – pelo menos ainda não – a diminuir a “favelização”.

Como disse Diogo Mainardi no programa “Manhattan Connection”: “ter o sexto maior PIB do mundo é bem menos importante do que ter um saneamento de esgoto decente e comida na mesa.”. E é verdade. E é também, o contrário do que acontece hoje, quando vemos falta de infraestrutura básica, saneamento, coleta regular de lixo, postos de saúde, transportes coletivos etc.

Devemos comemorar, mas também saber cobrar! E para cobrar, nada melhor do que utilizar a experiência de quem já fez muito. Posso citar o exemplo as rodovias de Minas: as estaduais bem cuidadas, o Pro Acesso levando asfalto à todas as cidades de Minas. Enquanto as BR’s… somente buracos e promessas, como a promessa da 381, considerada a rodovia da morte.

Comemoraremos, mas cobraremos as promessas para sermos não apenas a sexta economia do mundo e, sim, o melhor país para se viver.

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