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Escola modelo: Fundação João Pinheiro inova na formação de novos gestores públicos – faculdade é a melhor de Minas


Governo Anastasia, Gestão Pública, Gestão Inovadora, Empreendedorismo

Fonte: Rafael Palmeiras – Brasil Econômico

Escola inovadora garante eficiência no setor público

Curso pioneiro mantido pela Fundação João Pinheiro capacita os futuros ocupantes de cargos na administração pública

Pioneira quando o assunto é inovação, a Fundação João Pinheiro (FJP), em Minas Gerais, tem funcionado como um elo importante unindo governo e gestão criativa. Ao conciliar ensino qualificado com visão empreendedora e um processo seletivo diferenciado, a escola de governo da Fundação também consegue garantir aos alunos uma cadeira na administração pública.

Com mais de mil alunos formados desde sua fundação em 1992, o objetivo da Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho um dos braços da FJP é capacitar pessoas para modernizar a gestão pública. Como resultado já vê alguns de seus ex-alunos nos principais cargos da administração pública mineira.

Luciana Raso, diretora-geral da Escola, explica que o diferencial do ensino está na grade curricular. “Com matérias que envolvem economia, ética, administração e até psicologia acreditamos que quanto mais capacitado o aluno mais frutos se colhe”, avalia.

Segundo ela, a gestão pública precisa ser inovadora além da visão de empreendedorismo. “Procuramos formar profissionais capacitados e dispostos a se empenhar no serviço público e que não fiquem acomodados no trabalho.”

A presidente da FJP, Marilena Chaves informa que a escola não é apenas a porta de entrada para a graduação, mas, no caso dos alunos que concluírem o curso com êxito, também para o serviço público.

Ao final dos quatro anos, os graduados em Administração Pública são remanejados pela Secretaria do Planejamento e Gestão do Estado de Minas Gerais (Seplag-MG) para ocupar a atividade de especialista em políticas públicas em uma das secretarias do estado, com salário inicial de R$ 2 mil.

Seleção

Com um modelo de seleção inovador, os interessados na carreira pública passam por uma prova parecida com um certame. “O vestibular funciona como uma primeira etapa de um concurso público que só termina quando eles se graduam. No último concurso tivemos uma média de 13 candidatos por vaga”, explica Luciana.

De acordo com a diretora-geral da Escola do Governo, 80 alunos são aprovados a cada seleção. Em seguida são divididos em duas turmas com períodos de início para o primeiro e segundo semestre. “Percebemos cada vez mais o interesse de jovens na carreira pública. Muitos deles estão fazendo sua primeira tentativa no ensino superior.”

Além da garantia de ter uma vaga no serviço público ao final do curso, a Fundação oferece durante a graduação uma bolsa no valor de um salário mínimo para todos os alunos.

Para Marilena, presidente da FJP, mesmo sendo iniciantes no mercado de trabalho, os futuros funcionários públicos são uma grande contribuição para o setor. “Eles costumam responder rápido aos desafios e procuram fugir da rotina trazendo inovação para o governo. Aqui preparamos eles para criar e inovar, por isso investimos em educação”, destaca.

Luciana completa que esse modelo de educação ajuda a renovar o quadro de funcionários das secretarias. “Na última semana realizamos a colação de grau de uma turma e durante a cerimônia representantes da Seplag-MG informaram que têm pressa para colocar os formados atuando na gestão pública.”

APROVADOS 
80
é o número de alunos que iniciam o curso por ano

BOLSA
Valor mensal do auxílio-estudo para os alunos da FJP
R$ 545

Qualificação e comprometimento

Disposta a inovar no futuro da carreira pública, a FJP integra diversos centros de pesquisa nas atividades diárias dos alunos

Prestes a completar 20 anos de existência, a Fundação João Pinheiros (FJP) deu seus primeiros passos de inovação em 1992. “A escola é pioneira e foi fundada antes mesmo da reforma administrativa de 1998 que decretou a obrigatoriedade das escolas de governo”, avalia Luciana Raso diretora-geral da Escola do Governo.

Para Marilena Chaves, presidente da FJP, a Fundação proporciona um contato fundamental com a rotina de um órgão público. “Temos quatro núcleos de trabalho sendo eles a escola, o centro de estatística, o centro de políticas públicas e o de pesquisas aplicadas. Estar dentro de um órgão de inteligência do estado também ajuda os alunos a verem de perto como funciona o dia-a-dia de um servidor”, explica.

Com a preocupação em desenvolver profissionais cada vez mais capacitado, a Fundação também oferece para ex-alunos e público em geral cursos de capacitação, pós-graduação e mestrado. “Oferecemos cada vez mais formas de capacitar nossos alunos já que percebemos uma tendência de que muito deles conseguem chegar mais rápido aos cargos de chefia. Já temos vários subsecretários no estado que foram alunos da Fundação”, conta Marilena.

Como resultados das diversas possibilidades de enriquecer o trabalho na administração pública, a FJP recebeu em novembro deste ano, o prêmio de melhor faculdade de Minas Gerais de acordo com o Índice Geral de Cursos (IGC), divulgado pelo Ministério da Educação.

Na Fundação João Pinheiro, após se formarem os alunos podem continuar a capacitação com cursos de pós- graduação e mestrado. Além disso, a instituição oferece contato com alunos intercambista de outros países

Para a coordenadora do curso de graduação em Administração Pública da Escola de Governo, Maria Isabel Araújo Rodrigues, a qualidade do ensino e o comprometimento dos professores são os fatores mais relevantes para o desempenho favorável da instituição no IGC. “93% do corpo docente é formado por mestres e doutores que, em sua maioria, possuem vivência prática na Administração Pública. Além disso, o curso é de dedicação exclusiva, proporcionando aos alunos mais envolvimento com conteúdos teóricos e práticos, os quais serão significativos para sua formação profissional”, explica.

E para ampliar o conhecimento dos alunos, a Fundação tem feito parcerias de intercâmbios. Na última visita, a FJP recebeu um grupo de estudantes italianos, cujo objetivo era conhecer práticas sociais de países em desenvolvimento. R.P.

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