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Sem gestão, sem eficiência: por suspeitas de corrupção, Governo Dilma adia mais vez lançamento do edital das obras do Anel Rodoviário


Descaso, denúncias de corrupção,

Fonte: O Tempo

Obras do Anel Rodoviário não saem antes de 2013

As obras de reforma do Anel Rodoviário previstas para serem iniciadas neste ano correm o risco de só começarem em 2013. A decisão de ordenar o início das intervenções está nas mãos da presidente Dilma Rousseff. Isso porque o processo de licitação do projeto executivo e das obras está parado no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), em Brasília, desde que a direção do órgão foi trocada, em agosto deste ano, após denúncias de corrupção. Conforme ordem do general Jorge Ernesto Pinto Fraxe, que está no comando nacional do Dnit, todos os processos de responsabilidade do órgão estão passando por análise. O edital do Anel, que tem obras orçadas em R$ 700 milhões, estava em fase de elaboração da licitação quando foi suspenso.

Ontem, o vice-prefeito de Belo Horizonte, Roberto Carvalho (PT), informou que a direção do Dnit está avaliando se realiza primeiro a licitação do projeto executivo e depois a licitação das obras ou se faz os dois processos paralelamente. “Se for feita uma e depois a outra, com os prazos necessários para o processo de concorrência, com certeza deverá haver um novo atraso e as obras só começarão em 2013”. Carvalho explicou que apenas a presidente Dilma pode intervir. “Está nas mãos da presidente a decisão. Nos próximos 15 dias deveremos ter uma resposta”.

A novela das obras do Anel se arrasta desde o ano passado, quando o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu a licitação das intervenções por suspeita de superfaturamento. Na época, o empreendimento estava orçado em R$ 837,5 milhões. Sobre o projeto, realizado pela Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), foi feito um novo cálculo que revelou que o custo cairia para os atuais R$ 700 milhões. O novo cálculo foi aprovado pelo TCU.

Procurado pela reportagem, a assessoria do Dnit em Minas informou não ter sido notificada oficialmente sobre um novo adiamento no início das obras na rodovia. O Anel Rodoviário tem 26,5 km.

Acidentes

Motoqueiro morto. O chefe de gabinete do secretário de Estado de Defesa Social, Lafayette Andrada, Carlos Henrique Albuquerque, 33, morreu ontem em um acidente no Anel Rodoviário. Ele seguia para o trabalho e foi atropelado por um caminhão após cair da moto depois de uma batida com outro carro.Segundo a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), Carlos Henrique Albuquerque estava no posto de chefe de gabinete desde janeiro deste ano. Ele deixou mulher e um filho ainda bebê.

MG-010. Ontem à tarde, um caminhoneiro morreu ao se envolver em um acidente na MG-010, próximo à Cidade Administrativa. O veículo tombou e o motorista não resistiu aos ferimentos. Uma fila de carros se formou na via, principalmente no sentido da capital, onde foi o desastre.

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