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Copa 2014: Gestão de Aécio Neves e Antonio Anastasia nas obras do Mineirão transforma BH na segunda sede mais importante do mundial


Choque de Gestão, gestão eficiente

Fonte: Agência Minas

O governador Antonio Anastasia acompanhou em Zurique (Suíça), na sede da Fifa, nesta quinta-feira (20), o anúncio dos calendários dos jogos da Copa do Mundo de 2014 e da Copa das Confederações, em 2013. Belo Horizonte receberá, no Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão), seis jogos da Copa do Mundo e três partidas da Copa das Confederações. Em entrevista após o anúncio da Fifa, Anastasia comemorou o fato de Belo Horizonte ser a cidade-sede onde acontecerá o maior número de jogos, depois do Rio de Janeiro.

“Ficamos extremamente satisfeitos com o anúncio de que Belo Horizonte receberá, nas duas Copas, nove jogos. Seremos, depois do Rio de Janeiro, a cidade que terá o número maior de jogos. E mais importante, na Copa do Mundo, sendo o Brasil, como todos esperamos, o primeiro lugar no seu grupo de classificação na primeira fase, ele jogará duas vezes em Belo Horizonte, as oitavas de final e a semifinal. Portanto, a cidade foi extremamente prestigiada com nove partidas internacionais e possivelmente dois jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo e certamente também na Copa das Confederações, onde já teremos garantido pelo menos uma semifinal, além de outros dois jogos de relevância”, afirmou Anastasia.

O governador participou de uma videoconferência com jornalistas, após o anúncio da Fifa, acompanhado do secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo, Sergio Barroso, e do presidente do Comitê Executivo Organizador da Copa do Mundo de Belo Horizonte, Tiago Lacerda. O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, também participou da videoconferência, ao lado de jornalistas, na capital mineira.

“Temos o compromisso de fazer de Belo Horizonte a melhor sede para a Copa do Mundo de 2014. Nós todos estamos torcendo para que o Brasil seja o primeiro do seu grupo na Copa do Mundo na fase de classificação, a primeira fase. Assim, o Brasil jogará duas vezes em Belo Horizonte, nas oitavas e depois na semifinal, seguindo o caminho para o hexacampeonato, no Maracanã. Estamos muito felizes”, afirmou Anastasia.

As estatísticas são favoráveis ao Brasil. Desde 1978 o Brasil é o primeiro colocado na fase inicial. Outro dado a favor: no Mineirão, em 20 jogos oficiais e amistosos, a Seleção Canarinho ganhou 15, empatou três e perdeu apenas dois jogos.

Durante o período de preparação para as Copas, a Fifa reconheceu o trabalho desenvolvido em Belo Horizonte e direcionou a tabela para que a capital mineira possa ter dois jogos decisivos da Seleção Brasileira, um na Copa do Mundo e outro na Copa das Confederações. Se o Brasil ficar em primeiro lugar no seu grupo, na fase inicial – o que acontece há nove mundiais –, irá jogar as oitavas de final, no Mineirão. Se passar pelas quartas de final, jogará também a semifinal, em Belo Horizonte. Na Copa das Confederações, em 2013, a capital mineira será o palco de outra semifinal.

“Ficamos muito satisfeitos, fizemos uma mobilização pública pela abertura da Copa no Mineirão, o que nos deu muita visibilidade e, com isso, o reconhecimento pela boa gestão que vem sendo realizada em Minas. Agora é como costumo dizer, temos que valorizar o que é nosso e serão nove jogos”, destacou Sergio Barroso.

O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda,  também ressaltou a satisfação com a tabela: “Estou extremamente satisfeito com o calendário apresentado pela Fifa, que privilegia BH, em reconhecimento pelo trabalho que está sendo desenvolvido em conjunto pela PBH e Governo de Minas. Belo Horizonte poderá ter dois jogos da seleção brasileira em fases decisivas da Copa do Mundo”, disse o prefeito.

Gestão de Aécio inovou em viabilizar obras do Mineirão

Empresa montada por BNDES, Bradesco, Itaú, Santander e outras instituições, a EBP preparou reforma do estádio e tem projetos que já totalizam R$7,2 bi

Fonte: Agnaldo Brito – Folha de S. Paulo em 13/02/2011

Escritório de projetos mobiliza R$ 7,2 bilhões para infraestrutura

 

Criado por nove bancos, a EBP vira um modelo para desengavetar projetos governamentais

Para instituições, benefício é indireto, pois projeto concedido é sempre um potencial tomador de crédito

Com dois anos de vida, a EBP (Estruturadora Brasileira de Projetos) – escritório focado em empreendimentos para o setor público e criado por nove grandes bancos comerciais e de investimento – deve mobilizar pelo menos R$ 7,2 bilhões em capital para infraestrutura no país.

A iniciativa foi idealizada com o propósito de vencer o crônico problema brasileiro da falta de projetos de interesse público com qualidade para fazer girar as concessões. O modelo começa a desengavetar iniciativas.

Com dez empreendimentos em carteira, a empresa comemora o primeiro negócio posto em pé: o estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, palco da Copa do Mundo de 2014. O projeto, com valor de R$ 608 milhões, foi modelado, leiloado e contratado num prazo de 14 meses.

Além do Mineirão, outros negócios devem sair em breve. Entre eles está a concessão da BR-101 no Espírito Santo, de hospital e rodoviária na capital mineira, da estrutura logística para conexão dos centros de compra popular em São Paulo (25 de março e Brás) e do saneamento básico na zona oeste do Rio e na região metropolitana de Vitória.

Só esses dois projetos de saneamento podem mobilizar mais de R$ 3,5 bilhões e universalizar coleta e tratamento de esgoto nas duas áreas. São negócios de peso, como de peso é o grupo que criou a EBP.

O capital da empresa é dividido em nove partes iguais, assim composto: BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Banco Votorantim, Citibank, Santander, Banco Espírito Santo e HSBC.

A empresa nasceu com capital de R$ 30 milhões disponível para bancar estudos e consultorias. Segundo o diretor-geral, Hélcio Tokeshi, a empresa ainda dispõe de R$ 100 milhões para usar em novos empreendimentos que serão assumidos pela EBP.

Resposta ao vácuo de desenvolvimento de projetos de infraestrutura, a EBP começou quase como um conceito. Virou um negócio que em 2011 começa a ter retorno.

Para os bancos, o benefício é indireto. Um projeto concedido é sempre um potencial tomador de crédito, embora quem assuma o empreendimento não tenha a obrigação de recorrer a nenhuma das instituições que são sócias da EBP.

A companhia opera quase como uma extensão dos governos, ao assumir a confecção do projeto, da engenharia à estrutura financeira, dos estudos técnicos ambientais à definição do leilão.

“Um governo não tem como manter um time de especialistas para desenvolver um grande projeto de interesse de um Estado ou de uma prefeitura. Custaria caro e essas equipes ficariam ociosas”, diz Tokeshi.

10 PESSOAS

Apesar de mobilizar bilhões de reais, a EBP é uma empresa minúscula. Tem dez pessoas, comandadas pelo economista Hélcio Tokeshi, egresso da consultoria McKinsey & Company. É esse grupo que gerencia a rede de técnicos e especialistas que põe os projetos em pé.

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