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Governo Federal do PT garante índice zero de reajuste para professores dos IEFETs e CEFETs


Governo federal do PT defende índice zero de reajuste salarial para professores dos IFETs e CEFETs

Fonte: Proifes

Os professores da Educação Básica, Técnica e Tecnológica da Rede Federal receberam a oferta de reajuste zero, por parte do governo federal. A proposta de índice zero foi feita pelo Secretário de Recursos Humanos, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) Duvanier Paiva Ferreira, durante a sessão de negociação salarial, realizada, na madrugada do dia 16 de agosto, em Brasília. As lideranças classistas que representavam os professores na negociação reagiram com indignação à posposta do governo Dilma.

Duvanier usou a crise financeira internacional como justificativa para justificar o índice zero de reajustes para os professores lotados nos Instituto Federais de Educação Tecnológica e para os CEFET´s. Segundo o Secretário de Recursos Humanos do MPOG, “temos forte limitação orçamentária, que tende para a inflexibilidade, o que significa que podemos fazer diferentes propostas, mas sempre com o mesmo impacto; a crise internacional é forte e precisamos zelar pela estabilidade econômica do país”.

Pela proposta do governo petista, os professores da carreira do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT) não teriam nenhum reajuste; a substituição da revisão do enquadramento dos professores associados prejudicados em 2006, quando só puderam avançar até associado 1, pela concessão de um reajuste de 4% para os professores da carreira de Magistério Superior (MS), somente a partir de julho de 2012; e acenou com a incorporação das gratificações GEMAS e GEDBT.

O professor Gil Vicente, Presidente do PROIFES, apontou imediatamente que o valor disponibilizado era insuficiente e que, de mais a mais, a proposta apresentada não era aceitável, pois discriminava os professores de EBTT, aos quais propunha um congelamento salarial por 03 anos, de julho de 2010 até junho de 2013. O professor Brandão considerou que a nova sugestão era uma desconsideração flagrante para com os docentes dos Institutos Federais.

Estabeleceu-se um claro clima de impasse, posto que o Governo deixou clara sua intenção de adotar uma política de não reposição do desgaste inflacionário dos salários dos professores de IFES, pelo menos nos próximos 2 anos.

Leia mais em: “Mesa de negociação com o MPOG de 16 de agosto de 2011: intransigência do Governo gera situação de impasse”

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