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Governo Aécio Neves choque de gestão: Cidade Administrativa vai operar com ações de ecoeficiência, reduzindo custeio operacional


A Cidade Administrativa marcará a história arquitetônica de Minas Gerais. 0 projeto é assinado por um dos mais renomados arquitetos do mundo, Oscar Niemeyer. Com inauguração prevista para fevereiro. a o projeto do Governo Aécio Neves é mais um passo importante para a modernização administrativa, iniciada em 2003 com o Choque de Gestão e a adoção de medidas para tornar o Estado mais eficiente. Além disso, os edifícios que compõem o conjunto arquitetônico vão funcionar dentro dos modernos concetios de ecoeficiência e sustentabilidade.

Na Cidade Administrativa, o esgotamento sanitário a vácuo possibilitará uma redução de 90% do consumo de água em relação à descarga convencional. Uma rede extra de água vai permitir que os prédios utilizem água reciclada. Os edifícios terão sistemas inteligentes para economizar recursos. A energia elétrica e o ar-condicionado, por exemplo, serão controlados por um sistema central que evita que ambientes desocupados sejam refrigerados ou recebam iluminação desnecessariamente.

O projeto paisagístico previu o plantio de 3,6 mil árvores e o revestimento em grama de uma área de 130 mil metros quadrados. O projeto reúne 114 espécies representativas da flora de Minas Gerais. A Cidade Administrativa também terá uma alameda com 146 palmeiras imperiais, uma referência à Praça da Liberdade, que por muito tempo foi o centro do poder público de Minas Gerais.

Na região da Cidade Administrativa, o Parque Estadual Serra Verde – o segundo maior da cidade – será aberto ao público em 2010. Será mais uma importante área de preservação e lazer, para a população. A Cidade Administrativa contará com a coleta seletiva de papel, plástico, vidro, metal e lixo orgânico, além de pilhas, baterias e lâmpadas. Todo o resíduo gerado terá destinação específica, de acordo com as melhores práticas ambientais.

A Cidade Administrativa terá cinco prédios principais – a sede do governo, dois prédios de secretarias de Estado, um centro de convivência e um auditório – além de unidades de apoio para equipamentos, estacionamentos e dois lagos que somam 804 mil metros quadrados de área total e 265 mil metros quadrados de área construída.

As obras começaram em dezembro de 2007. O valor da obra – R$ 948 milhões – é custeado integralmente pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), uma estatal que só pode gastar seus recursos com obras de infraestrutura e desenvolvimento, em Minas Gerais.

A Cidade Administrativa proporcionará uma forte redução de custos operacionais, gerando economia anual de cerca de 80 milhões para o Tesouro do Estado. Os principais itens que permitirão essa economia são: a rede de telecomunicações (chamadas serão entre ramais e não mais locais); centralização dos serviços gerais; soluções econômicas e sustentáveis de aproveitamento de água e energia; cortes de gastos com aluguéis, serviços de recepção e vigilância; sistemas de informática centralizados; dimensionamento dos serviços de reprografia e impressão.

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